Abstract

Introduction: Polycyclic Aromatic Hydrocarbons (PAHs) are potentially carcinogenic organic compounds composed of two or more fused aromatic rings, frequently found in vegetable oils due to their lipophilic nature. Objective: Evaluate and quantify Polycyclic Aromatic Hydrocarbons, especially the group of four regulatory Polycyclic Aromatic Hydrocarbons (PAHs-4) (benzo[a]pyrene, benzo[a]anthracene, benzo[b]fluoranthene and chrysene), in corn, soybean, canola and olive oil oils marketed in Brazil, verifying compliance with national and international food safety standards. Methods: Four categories of oils were selected (corn, soybean, canola and olive oil), each with three distinct brands, analyzed in triplicate. The samples were extracted and purified according to an established protocol, followed by gas chromatography coupled to a tandem  mass spectrometer (GC-MS/MS). The focus was on quantification, for this purpose, a calibration curve was built for the analytes, considering parameters of current legislation. Results: It was found that most samples presented benzo(a)pyrene levels below 2.0 μg/kg, the limit established by the Brazilian legislation for olive pomace oil. However, high levels of the group of four regulatory Polycyclic Aromatic Hydrocarbons were observed  in canola oil samples, in some cases exceeding limits recommended by international regulations. Discussion: These findings highlight the need for more comprehensive regulations addressing not only benzo(a)pyrene but also the sum of PAHs. Furthermore, improving industrial refining processes is crucial to mitigating risks to consumer health.Introdução: Os Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPAs) são compostos orgânicos potencialmente carcinogênicos, formados por dois ou mais anéis aromáticos, frequentemente encontrados em óleos vegetais devido à sua solubilidade em matrizes lipídicas. Objetivo: Avaliar e quantificar Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos, em especial o grupo dos quatro Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos regulatórios (HPAs-4) (benzo[a]pireno, benzo[a]antraceno, benzo[b]fluoranteno e criseno), em óleos de milho, soja, canola e azeite de oliva comercializados no Brasil, verificando a conformidade em relação a normas nacionais e internacionais de segurança alimentar. Métodos: Foram selecionadas quatro categorias de óleos (milho, soja, canola e azeite de oliva), cada qual com três marcas distintas, analisadas em triplicata. As amostras passaram por extração e purificação de acordo com protocolo estabelecido, seguidas de análise por cromatografia gasosa acoplada a espectrômetro de massas em tandem (GC-MS/MS). O foco recaiu na quantificação, para tanto, foi construída uma curva de calibração para os analitos, considerando parâmetros de legislação vigente. Resultados: Verificou-se que a maioria das amostras apresentou níveis de benzo(a)pireno inferiores a 2,0 µg/kg, o limite estabelecido pela legislação brasileira para óleo de bagaço de oliva. Porém, foram observados teores elevados do grupo dos quatro Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos regulatórios em amostras de óleo de canola, em alguns casos superando limites recomendados por regulamentos internacionais. Discussão: Esses achados ressaltam a importância de uma regulamentação mais abrangente, que considere não apenas o benzo(a)pireno, mas também o somatório de HPAs. Além disso, enfatiza-se a necessidade de aprimorar procedimentos industriais para minimizar riscos à saúde do consumidor.Introdução: Os Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPAs) são compostos orgânicos potencialmente carcinogênicos, formados por dois ou mais anéis aromáticos, frequentemente encontrados em óleos vegetais devido à sua solubilidade em matrizes lipídicas. Objetivo: Avaliar e quantificar Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos, em especial o grupo dos quatro Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos regulatórios (HPAs-4) (benzo[a]pireno, benzo[a]antraceno, benzo[b]fluoranteno e criseno), em óleos de milho, soja, canola e azeite de oliva comercializados no Brasil, verificando a conformidade em relação a normas nacionais e internacionais de segurança alimentar. Métodos: Foram selecionadas quatro categorias de óleos (milho, soja, canola e azeite de oliva), cada qual com três marcas distintas, analisadas em triplicata. As amostras passaram por extração e purificação de acordo com protocolo estabelecido, seguidas de análise por cromatografia gasosa acoplada a espectrômetro de massas em tandem (GC-MS/MS). O foco recaiu na quantificação, para tanto, foi construída uma curva de calibração para os analitos, considerando parâmetros de legislação vigente. Resultados: Verificou-se que a maioria das amostras apresentou níveis de benzo(a)pireno inferiores a 2,0 µg/kg, o limite estabelecido pela legislação brasileira para óleo de bagaço de oliva. Porém, foram observados teores elevados do grupo dos quatro Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos regulatórios em amostras de óleo de canola, em alguns casos superando limites recomendados por regulamentos internacionais. Discussão: Esses achados ressaltam a importância de uma regulamentação mais abrangente, que considere não apenas o benzo(a)pireno, mas também o somatório de HPAs. Além disso, enfatiza-se a necessidade de aprimorar procedimentos industriais para minimizar riscos à saúde do consumidor

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