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O currículo decolonial e o combate ao racismo epistêmico

Abstract

This text discusses aspects related to the curriculum as a field of power disputes that unfolds in practical action. It questions the epistemological bases of the curriculum, giving rise to a crossing of Eurocentrism to hear the voices that resound from America, Asia, Africa and the black diaspora, in order to dispel the ignorance that surrounds us, matrix of many ignorances and distorted views on themes of African history and afro-brazilian culture. It is within this perspective that decoloniality is inserted as a possibility of breaking the norms about what should be taught, considering that epistemological racism has guided the construction, dissemination and problematization of knowledge in the school environment. Thus, provoking reflections on the decoloniality of the curriculum is a strategy to combat racism, thought as a structuring phenomenon of social relations.Este texto discute aspectos relacionados con el plan de estudios como un campo de disputas de poder que se desarrolla en la acción práctica. Cuestiona las bases epistemológicas del plan de estudios, dando lugar a un cruce del eurocentrismo para escuchar las voces que resuenan en América, Asia, África y la diáspora negra, para disipar la ignorancia que nos rodea, matriz de muchas ignorancias y opiniones distorsionadas sobre los temas. de la historia africana y la cultura afrobrasileña. Es dentro de esta perspectiva que se inserta la descolonialidad como una posibilidad de romper las normas sobre lo que se debe enseñar, considerando que el racismo epistemológico ha guiado la construcción, difusión y problematización del conocimiento en el entorno escolar. Por lo tanto, provocar reflexiones sobre la descolonialidad del currículo es una estrategia para combatir el racismo, pensado como un fenómeno estructurante de las relaciones sociales.Este texto discute aspectos relacionados ao currículo como um campo de disputas de poder que se desenrola na ação prática. Problematiza as bases epistemológicas do currículo, ensejando uma travessia do eurocentrismo para ouvir as vozes que ressoam da América, da Ásia, da África e da diáspora negra, no intuito de dissipar o desconhecimento que nos rodeia, matriz de muitas ignorâncias e visões distorcidas sobre temáticas da história da África e da cultura afro-brasileira. É no âmbito dessa perspectiva que a decolonialidade se insere como uma possibilidade de transgredir as normas sobre o que deve ser ensinado, tendo em vista que o racismo epistemológico tem norteado a construção, disseminação e problematização de saberes no ambiente escolar. Destarte, provocar reflexões sobre a decolonialidade do currículo é uma estratégia para o combate ao racismo, pensado como fenômeno estruturante das relações sociais

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