Editora da Universidade Federal da Grande Dourados
Abstract
This article analyzes the challenges and potential of tourism in the Araripe Geopark, recognized as a UNESCO World Heritage Site. The research, based on interviews with managers and fieldwork, highlights the importance of integrated and participatory management for strengthening the eleven geosites. While some geosites, such as “Colina do Horto”, attract millions of visitors and face environmental overload, others lack adequate infrastructure. Collaboration between the public and private sectors is essential to promote conservation and tourism, but inequalities persist in the distribution of investments and in local engagement. The study concludes that tourism in the Araripe Geopark is not yet fully integrated, requiring strategies to balance conservation, economic growth, and social inclusion.Cet article analyse les défis et le potentiel du tourisme dans le géoparc d’Araripe, classé au patrimoine mondial de l’UNESCO. La recherche, fondée sur des entretiens avec des gestionnaires et des travaux de terrain, souligne l’importance d’une gestion intégrée et participative pour renforcer les onze géosites. Si certains géosites, comme Colina do Horto, attirent des millions de visiteurs et sont confrontés à des contraintes environnementales, d’autres manquent d’infrastructures adéquates. La collaboration entre les secteurs public et privé est essentielle pour promouvoir la conservation et le tourisme, mais des inégalités persistent dans la répartition des investissements et l’engagement local. Il est conclu que le tourisme dans le géoparc d’Araripe n’est pas encore pleinement intégré, ce qui nécessite des stratégies visant à concilier conservation, croissance économique et inclusion sociale.Este artigo analisa os desafios e potenciais do turismo no Geoparque Araripe, reconhecido como Patrimônio Mundial da UNESCO. A pesquisa, baseada em entrevistas com gestores e trabalho de campo, destaca a importância da gestão integrada e participativa para o fortalecimento dos onze geossítios. Enquanto alguns geossítios, como a Colina do Horto, atraem milhões de visitantes e enfrentam sobrecarga ambiental, outros carecem de infraestrutura adequada. A colaboração entre setores público e privado é essencial para promover a conservação e o turismo, mas persistem desigualdades na distribuição de investimentos e no engajamento local. Conclui-se que o turismo no Geoparque Araripe ainda não é plenamente integrado, exigindo estratégias para equilibrar conservação, crescimento econômico e inclusão social