Em caninos, é considera é a segunda neoplasia mais comum, correspondendo a cerca de 20,9% dos casos no Brasil. É mais comum em cães adultos, entre 8 e 9 anos, e se possui maior incidência nas raças Bullmastiff, Boston Terrier, Bull terrier, Pug, Shar-pei, Labrador e Golden retriever. O Mastocitoma pode ser multifocal ou solitário. Seus principais sinais clínicos incluem edema, eritema e nódulos que podem ser firme, moles, ulcerados ou não. Quando se desenvolve Síndrome Paraneoplásica, geralmente são manifestados sinais clínicos do trato gastrointestinal e visualizados sinais de febres e alterações hematológicas. O diagnóstico dessa neoplasia exige a realização de exames citopatológico, histopatológico e imuno-histoquímico. Este trabalho de conclusão de curso tem como objetivo relato um caso clínico envolvendo um Golden retriever portador de mastocitoma cutâneo que desenvolveu Síndrome paraneoplásicas.São Cristóvão, S