The World Health Organization (WHO) considers headache the most common disease of the nervous system that can generate various disabilities. However, there is an underestimation and underreported hindering the impact of public health. The International Classification of Headache Disorders (ICHD) considers the tension-type headache and migraine as the most common types of primary headache. The treatment of headache has pervaded the medical model (biomedical) extending to the traditional, acknowledged by the use of medicinal plants. From 1980, the term "complementary medicine" was inserted in order to reconcile the two models. According to the National Health Surveillance Agency (Anvisa), medicinal plants are plant species that are natural or cultured with the therapeutic purpose; ease of use as well as to keep the tradition, is the most viable for many communities to treat and prevent diseases, besides maintaining health. The use of plants is beyond cure and includes spiritual power and magic. The use of the plant varies with the health problem, but in all cases, there is a false belief that natural medicines have no contraindication, which offers serious risks to the consumers. Beliefs are ideas that consolidate over time, in that people consider more valid than logic, which may have tendentious and emotional nature. The purpose of this study was to visit popular markets in the Greater Recife region in the search for information on the use of medicinal plants for the treatment of headache.A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera a cefaleia a doença neurológica mais comum, que pode gerar incapacidades diversas. Porém, as cefaleias em geral são subestimadas e subnotificadas, dificultando o conhecimento do impacto da doença no panorama da saúde pública. A International Classification of Headache Disorders (ICHD) considera como tipos mais comuns de cefaleia a cefaleia do tipo tensional e enxaqueca, consideradas primárias. O tratamento das cefaleias percorre desde o modelo medicamentoso (biomédico) até os métodos tradicionais, com o uso de plantas medicinais. Desde 1980, o termo "Medicina Complementar" foi inserido a fim de compatibilizar os dois modelos. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), plantas medicinais são as espécies vegetais que são naturais ou cultivadas com a finalidade terapêutica, uma alternativa mais viável de muitas comunidades de tratar e prevenir doenças, além de manter a saúde. O uso das plantas ganha força também como fonte de poderes espirituais e mágica. A utilização dessas plantas varia de acordo com o problema de saúde, porém, em todos os casos, há uma falsa crença que os medicamentos naturais não têm contraindicação, o que oferece sérios riscos aos adeptos. Crenças são ideias que se consolidam com o tempo, em que as pessoas consideram mais válidas do que a própria lógica, podendo ter o cunho tendencioso e emocional. O objetivo deste estudo foi visitar mercados populares na região do Grande Recife na procura de informação sobre o uso de plantas medicinais para o tratamento da cefaleia