Tuberculosis is the second most lethal infectious disease in the world caused by a single etiological agent, and it is associated with poor social conditions and limited access to health care. In immunosuppressed patients, it presents with atypical forms and a higher risk of death. Objective: To describe the clinical and epidemiological aspects of tuberculosis in immunosuppressed patients. Method: This is an integrative literature review, with a search conducted in the Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE/PubMed) and the Scientific Electronic Library Online (SciELO) databases. Original studies and reviews published between 2015 and 2025 were included, focusing on immunosuppressed patients, including those with rheumatic diseases using biological agents and individuals with human immunodeficiency virus and tuberculosis coinfection. Results: The findings showed a higher incidence of the disease in users of anti-TNF agents, especially adalimumab, and in HIV-coinfected individuals, with a risk 2 to 10 times higher than the general population. HIV/TB coinfection was associated with worse clinical outcomes, such as lower cure rates and higher mortality. In patients with chronic inflammatory diseases, isoniazid prophylaxis proved effective in preventing active cases. Social factors, such as homelessness and drug use, also stood out as important determinants of greater vulnerability. Conclusion: Immunosuppressed patients present higher risk and worse outcomes related to tuberculosis, reinforcing the importance of early diagnosis, prophylaxis, and prevention strategies targeted at these vulnerable groups.La tuberculosis es la segunda enfermedad infecciosa más letal del mundo causada por un solo agente etiológico, y se asocia con malas condiciones sociales y acceso limitado a la atención médica. En pacientes inmunodeprimidos, se presenta con formas atípicas y un mayor riesgo de muerte. Objetivo: Describir los aspectos clínicos y epidemiológicos de la tuberculosis en pacientes inmunodeprimidos. Método: Se trata de una revisión integradora de la literatura, con una búsqueda realizada en las bases de datos Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE/PubMed) y Scientific Electronic Library Online (SciELO). Se incluyeron estudios y revisiones originales publicados entre 2015 y 2025, centrados en pacientes inmunodeprimidos, incluidos aquellos con enfermedades reumáticas que utilizan agentes biológicos e individuos con coinfección por el virus de la inmunodeficiencia humana y la tuberculosis. Resultados: Los hallazgos mostraron una mayor incidencia de la enfermedad en usuarios de agentes anti-TNF, especialmente adalimumab, y en individuos coinfectados por VIH, con un riesgo de 2 a 10 veces mayor que la población general. La coinfección por VIH / TB se asoció con peores resultados clínicos, como tasas de curación más bajas y mayor mortalidad. En pacientes con enfermedades inflamatorias crónicas, la profilaxis con isoniazida demostró ser eficaz para prevenir casos activos. Los factores sociales, como la falta de vivienda y el consumo de drogas, también se destacaron como determinantes importantes de una mayor vulnerabilidad. Conclusión: Los pacientes inmunodeprimidos presentan mayor riesgo y peores resultados relacionados con la tuberculosis, lo que refuerza la importancia del diagnóstico temprano, la profilaxis y las estrategias de prevención dirigidas a estos grupos vulnerables.A tuberculose é a segunda doença infecciosa mais letal do mundo, causada por um único agente etiológico, associada a condições sociais precárias e acesso limitado à saúde. Em imunossuprimidos, apresenta formas atípicas e maior risco de morte. Objetivo: Descrever os aspectos clínicos e epidemiológicos da tuberculose em pacientes imunossuprimidos. Método: Trata-se de um estudo de revisão integrativa da literatura, com busca nas bases Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE/PubMed) e Scientific Electronic Library Online (SciELO). Foram incluídos estudos originais e revisões publicados entre 2015 e 2025, com foco em pacientes imunodeprimidos, incluindo aqueles com doenças reumáticas em uso de agentes biológicos e indivíduos com coinfecção pelo vírus da imunodeficiência humana e tuberculose. Resultados: Os achados evidenciaram maior ocorrência da doença em pessoas que utilizam medicamentos anti-TNF, especialmente adalimumabe, e também entre aqueles com coinfecção por HIV, apresentando risco superior em relação ao observado na população geral.". A coinfecção HIV/TB foi associada a piores desfechos clínicos, como menor taxa de cura e maior mortalidade. Em pacientes com doenças inflamatórias crônicas, a profilaxia com isoniazida demonstrou eficácia na prevenção de casos ativos. Fatores sociais, como situação de rua e uso de drogas, também se destacaram como determinantes importantes para maior vulnerabilidade. Conclusão: Pacientes imunossuprimidos apresentam maior risco e piores desfechos relacionados à tuberculose, reforçando a importância do diagnóstico precoce, da profilaxia e de estratégias de prevenção direcionadas a esses grupos vulneráveis