research article review text
Construcciones parentéticas epistémicas en portugués angoleño y mozambiqueño: convergencias y divergencias
- Publication date
- 30 April 2020
- Publisher
- 'Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/Edicoes UESB'
Abstract
Este artículo pretende analizar, en portugués, con respecto a la propiedad de representación esquemática, las construcciones parentéticas epistémicas casi-aseverativas provenientes de frases verbales e instanciadas por microconstrucciones como (eu) creio que, (eu) acho que, (eu) penso que, de un lado, y (eu) creio, (eu) acho, (eu) penso, de otro. Para el análisis de estas construcciones, se asume como una orientación teórico-metodológica la lingüística funcional basada en el uso, con énfasis en el enfoque constructivo de la gramática y el cambio lingüístico. La investigación se basa en ocurrencias empíricas de las variedades angoleña y mozambiqueña del portugués contemporáneo, extraídas de la base de datos del Corpus do Português. Los resultados muestran que: (i) la red de construcción de los parentéticos analizados presenta dos subesquemas: [(SUJP1) VEpist Compl] Parent y [(SUJP1) VEpist] Parent; (ii) ambos subesquemas ocurren en portugués angoleño y mozambiqueño, con diferencias en productividad; (iii) en microconstrucciones, los verbos epistémicos más frecuentes son achar (portugués mozambiqueño) y crer (portugués angoleño y mozambiqueño).This paper aims to analyze, concerning to a parameter schematicity, quasi-assertive epistemic parenthetical constructions originated from verbal clauses in Portuguese, instantiated by microconstructions such as (eu) creio que, (eu) acho que, (eu) penso que on the one hand, and(eu) creio, (eu) acho, (eu) penso on the other. In order to analyze these constructions, it is assumed as a theoretical-methodological support the Usage-Based Functional Linguistics, with emphasis on the constructional approach of grammar and linguistic change. The research is based on empirical occurrences of Angolan and Mozambican varieties from contemporary Portuguese, extracted from the database of the Corpus do Português. The results show that: (i) the constructional network of the analyzed parentheticals presents two subschemas: [(SUJP1)VEpist Compl]Parent e [(SUJP1)VEpist]Parent; (ii) both subschemas occur in Angolan and Mozambican Portuguese, with differences in productivity; (iii) in microconstructions, the most frequent epistemic verbs are achar (Mozambican Portuguese) and crer (Angolan and Mozambican Portuguese).Este artigo pretende analisar, quanto à propriedade esquematicidade, construções parentéticas epistêmicas quase-asseverativas de base clausal verbal portuguesas, instanciadas por microconstruções como (eu) creio que, (eu) acho que, (eu) penso que, de um lado, e (eu) creio, (eu) acho, (eu) penso, do outro. Para análise dessas construções, assume-se como orientação teórico-metodológica a Linguística Funcional Centrada no Uso, com ênfase na abordagem construcional da gramática e mudança linguística. A investigação se baseia em ocorrências empíricas das variedades angolana e moçambicana do português contemporâneo, extraídas do banco de dados do Corpus do Português. Os resultados mostram que: (i) a rede construcional dos parentéticos analisados apresenta dois subesquemas: [(SUJP1)VEpist Compl]Parent e [(SUJP1)VEpist]Parent; (ii) os dois subesquemas ocorrem no português angolano e moçambicano, havendo diferença quanto à produtividade; (iii) nas microconstruções, os verbos epistêmicos que mais ocorrem são achar (português moçambicano) e crer (português angolano e moçambicano)