research article

ADESÃO DE SERVIDORES DE UTI AO PACOTE DE BOAS PRÁTICAS PARA PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO

Abstract

Introduction: Urinary tract infection associated with the use of urinary catheters (UTI) is one of the most common infections in intensive care units (ICUs) and is an important risk factor for morbidity and mortality among patients in these hospital units. Objective: To evaluate the adherence of ICU staff at a reference institution in infectious diseases to the care guidelines implemented to prevent urinary tract infection related to indwelling urinary catheters. Methodology: Retrospective, descriptive, quantitative study in which the data used were taken from the CCIH database of a reference hospital in infectious diseases in Amazonas. Results: From January to December 2024, 63 healthcare-associated infections (IRAS) were reported, of which 7 (11.1%) were urinary tract infections related to the handling of indwelling urinary catheters in ICU patients. The professional class that least adhered to hand hygiene was the physician (only 22.8% of every 100 opportunities adhered). The most frequent non-compliance was the lack of care in aseptic techniques during the insertion of the indwelling urinary catheter (38.9%) and the contamination of sterile fields and gloves during the insertion of indwelling urinary catheters (23.2%). Conclusion: Probing should be avoided and the catheter removed as quickly as possible. Optimizing aseptic technique and maintaining a closed drainage system also reduce risks.Introducción: La infección del tracto urinario asociada al uso de catéter urinario (ITU) es una de las infecciones más comunes en las unidades de cuidados intensivos (UCI) y constituye un importante factor de riesgo de morbilidad y mortalidad entre los pacientes de estas unidades hospitalarias. Objetivo: Evaluar la adherencia del personal de UCI de una institución de referencia en enfermedades infecciosas a las guías de atención implementadas para prevenir infecciones del tracto urinario relacionadas con catéteres urinarios permanentes. Metodología: Estudio retrospectivo, descriptivo, cuantitativo donde los datos utilizados fueron tomados de la base de datos CCIH de un hospital de referencia en enfermedades infecciosas en Amazonas. Resultados: De enero a diciembre de 2024 se reportaron 63 infecciones asociadas a la atención médica (IAAS), de las cuales 7 (11,1%) fueron infecciones del tracto urinario relacionadas con el manejo de catéteres urinarios permanentes en pacientes de UCI. La clase profesional que menos se adhirió a la higiene de manos fue el médico (de cada 100 oportunidades solo el 22,8% se adhirió). El incumplimiento más frecuente fue la falta de cuidado en las técnicas asépticas durante la inserción del catéter urinario permanente (38,9%) y la contaminación de campos y guantes estériles durante la inserción del catéter urinario permanente (23,2%). Conclusión: Se debe evitar el sondaje y retirar la sonda lo antes posible. Optimizar la técnica aséptica y mantener un sistema de drenaje cerrado también reduce los riesgosIntrodução: A infecção do trato urinário associada ao uso de cateter vesical (ITU) é uma das infecções mais comum em unidades de terapia intensiva (UTI) e configura-se como um importante fator de risco para morbimortalidade de pacientes dessas unidades hospitalares. Objetivo: Fazer avaliação quanto a adesão de servidores das UTI´s de uma instituição referência em infectologia às diretrizes assistenciais implantadas para prevenção da infecção do trato urinário relacionada ao cateter vesical de demora. Metodologia: Estudo de caráter retrospectivo, descritivo quantitativo onde os dados utilizados foram retirados do banco de dados da CCIH de um hospital referência em infectologia do Amazonas. Resultados: De janeiro a dezembro de 2024 foram notificadas 63 infecções relacionadas a assistência à saúde-IRAS, destas, 7 (11,1%) eram infecções do trato urinário relacionadas ao manuseio do cateter vesical de demora em pacientes de UTI´s. A classe profissional que menos aderiu a higienização das mãos foi a médica (a cada 100 oportunidades apenas 22,8% aderiu). A não-conformidade mais recorrente foi a falta de cuidados na de técnicas assépticas durante a inserção do cateter vesical de demora (38,9%) e a contaminação de campos e luvas estéreis durante a inserção de cateteres vesical de demora (23,2%). Conclusão: Deve-se evitar a sondagem e remover a sonda o mais rapidamente possível, também a otimização da técnica asséptica e a manutenção de um sistema fechado de drenagem reduzem os risco

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