research article

Efeitos da amora (Morus spp.) no controle dos sintomas da menopausa: Uma revisão integrativa

Abstract

Menopause is a transitional phase in a women's life, characterized by a reduction in estrogen and progesterone production, which triggers symptoms such as hot flashes, night sweats, insomnia, irritability, and metabolic changes, affecting quality of life. Due to the adverse effects of Hormone Replacement Therapy (HRT), interest in natural alternatives has increased, such as mulberry (Morus spp.), which is rich in phytoestrogens and antioxidant compounds that may assist in hormonal regulation and protection against oxidative stress. This study aimed to analyze the efficacy of mulberry as a therapeutic alternative for relieving menopausal symptoms through an integrative literature review. The databases Periódicos Capes, PubMed, Google Scholar, and Virtual Health Library (VHL) were consulted, including studies published between 2019 and 2024 on the effects of Morus nigra and Morus alba, as well as research on bioavailability, safety, and innovative formulations. The results highlight that Morus species contain flavonoids, anthocyanins, and alkaloids with antioxidant, anti-inflammatory, and phytoestrogenic activities. Regular consumption of the plant, in the form of teas, capsules, or formulations such as gummies and mucoadhesive films, has shown benefits in reducing symptoms like hot flashes, insomnia, and mood swings. Additionally, mulberry exhibits antiglycation activity, which may help prevent metabolic complications associated with aging. Despite the promising results, the literature still lacks controlled clinical trials and standardized dosages, making it necessary to conduct more robust research to consolidate the use of Morus spp. in clinical practice.La menopausia es una fase de transición en la vida de la mujer, caracterizada por la disminución en la producción de estrógeno y progesterona, lo que desencadena síntomas como sofocos, sudores nocturnos, insomnio, irritabilidad y alteraciones metabólicas, afectando la calidad de vida. Debido a los efectos adversos de la Terapia de Reemplazo Hormonal (TRH), ha aumentado el interés por alternativas naturales, como la morera (Morus spp.), rica en fitoestrógenos y compuestos antioxidantes que pueden contribuir a la regulación hormonal y a la protección contra el estrés oxidativo. Este estudio tuvo como objetivo analizar la eficacia de la morera como alternativa terapéutica para el alivio de los síntomas de la menopausia, mediante una revisión integradora de la literatura. Se consultaron las bases de datos Periódicos Capes, PubMed, Google Scholar y Biblioteca Virtual en Salud (BVS), incluyendo estudios publicados entre 2019 y 2024 sobre los efectos de Morus nigra y Morus alba, así como investigaciones sobre biodisponibilidad, seguridad y formulaciones innovadoras. Los resultados destacan que las especies de Morus contienen flavonoides, antocianinas y alcaloides con actividades antioxidantes, antiinflamatorias y fitoestrogénicas. El consumo regular de la planta, en forma de infusiones, cápsulas o formulaciones como gomas y películas mucoadhesivas, ha mostrado beneficios en la reducción de síntomas como sofocos, insomnio y cambios de humor. Además, la morera presenta actividad antiglicación, lo que puede ayudar a prevenir complicaciones metabólicas asociadas al envejecimiento. A pesar de los resultados prometedores, la literatura aún carece de ensayos clínicos controlados y de dosis estandarizadas, lo que hace necesario realizar investigaciones más sólidas para consolidar el uso de Morus spp. en la práctica clínica.A menopausa é uma fase de transição na vida da mulher, marcada pela redução da produção de estrogênio e progesterona, ou que desencadeia sintomas como ondas de calor, sudorese noturna, insônia, irritabilidade e alterações metabólicas, afetando a qualidade de vida. Devido aos efeitos adversos da Terapia de Reposição Hormonal (TRH), cresce o interesse por alternativas naturais, como a amora (Morus spp.), rica em fitoestrógenos e compostos antioxidantes que podem auxiliar na regulação hormonal e na proteção contra o estresse oxidativo. Este estudo teve como objetivo analisar a eficácia da amora como alternativa terapêutica para o alívio dos sintomas da menopausa, por meio de uma revisão integrativa da literatura. Foram consultadas as bases Periódicos Capes, PubMed, Google Scholar e BVS, incluindo estudos publicados entre 2019 e 2024 sobre os efeitos da Morus nigra e Morus alba, além de pesquisas sobre biodisponibilidade, segurança e formulações inovadoras. Os resultados destacam que as espécies de Morus possuem flavonoides, antocianinas e alcalóides com ação antioxidante, anti-inflamatória e fitoestrogênica. O consumo regular da planta, em chás, cápsulas ou formulações como gomas e filmes mucoadesivos, mostrou-se benéfico na redução de sintomas como ondas de calor, insônia e alterações de humor. Além disso, a amora apresenta atividade antiglicante, podendo prevenir complicações metabólicas relacionadas ao envelhecimento. Apesar dos resultados positivos, a literatura ainda carece de ensaios clínicos controlados e padronização das doses, tornando necessária a realização de pesquisas mais robustas para consolidar o uso da Morus spp. na prática clínica

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