Bogotá: Universidad Distrital Francisco José de Caldas, 1996-
Doi
Abstract
This study analyzes how female university students construct judgments when narrating episodes of life-threatening risk. From eight personal narratives, 67 evaluative utterances were selected and examined through the judgement subsystem of the appraisal system (Martin & White, 2005). Using a qualitative approach, the analysis integrated the type of judgement (esteem or sanction), its evaluative charge, the mode of realization (inscribed or evoked), its location within the narrative sequence, and the graduation resources that reinforce or mitigate the speaker’s stance. A clear distinction was maintained between the narrative location where evaluation emerges (in structural terms) and the interpersonal nature of judgement. The results show a predominance of social esteem (58%) over sanction (42%), both with negative charge when the protagonists are in contexts of vulnerability. Furthermore, the study shows that interpersonal evaluations that is, attitudinal positionings realized through language tend to emerge in the orientation and complication stages of the narrative. This finding does not contradict the Labovian notion of evaluation as an autonomous structural segment, but rather indicates that interpersonal evaluation plays a significant role from the early phases of the narrative. graduation modulates the interpersonal impact of the story, reinforcing the censure of errors or highlighting acts of resilience. Overall, the judgement subsystem emerges as a key axis for assigning responsibility, questioning norms, and shaping the speakers’ discursive identity as they reconstruct lived experience.Este estudio analiza cómo narradoras universitarias construyen juicios al relatar episodios de riesgo vital. A partir de ocho narraciones personales se seleccionaron 67 enunciados evaluativos, examinados por medio del subsistema juicio del sistema de valoración (Martin & White, 2005). Desde un enfoque cualitativo, se analizaron de forma integrada la categoría del juicio (estima o sanción), su carga valorativa, la forma de realización (inscrita o evocada), la ubicación en la secuencia narrativa y los recursos de gradación que refuerzan o atenúan la postura. Se mantuvo la distinción entre el lugar narrativo donde emerge la evaluación (en términos estructurales) y la naturaleza interpersonal del juicio. Los resultados muestran una primacía de la estima social (58 %) frente a la sanción (42 %), ambas con carga negativa cuando las protagonistas se encuentran en contextos de vulnerabilidad. Asimismo, se evidencia que las valoraciones interpersonales, es decir, aquellas que expresan posicionamientos actitudinales realizados lingüísticamente tienden a emerger en los tramos de orientación y complicación. Este hallazgo no contradice la noción laboviana de evaluación
como segmento estructural autónomo, sino que indica que la valoración interpersonal cumple una función significativa desde fases tempranas del relato. La gradación, modula el impacto interpersonal del relato, reforzando la censura de errores o subrayando actos de resiliencia. En conjunto, el subsistema juicio emerge como eje clave para asignar responsabilidades, cuestionar normas y perfilar la identidad discursiva de las hablantes mientras reconstruyen su experiencia vivida.Este estudo analisa como narradoras universitárias constroem julgamentos ao relatar episódios de risco vital. A partir de oito narrativas pessoais, foram selecionados 67 enunciados avaliativos, examinados por meio do subsistema julgamento do sistema de avaliação (Martin & White, 2005). Com uma abordagem qualitativa, foram analisadas de forma integrada a categoria do julgamento (estima ou sanção), sua carga valorativa, a forma de realização (inscrita ou evocada), sua localização na sequência narrativa e os recursos de gradação que reforçam ou atenuam a postura da falante. Manteve-se a distinção entre o ponto da narrativa em que emerge a avaliação (em termos estruturais) e a natureza interpessoal do julgamento. Os resultados mostram uma predominância da estima social (58%) em relação à sanção (42%), ambas com carga negativa quando as protagonistas se encontram em contextos de vulnerabilidade. Além disso, evidencia-se que as avaliações interpessoais ou seja, posicionamentos atitudinais realizados linguisticamente tendem a emergir nos trechos de orientação e complicação da narrativa. Esse achado não contradiz a noção laboviana de avaliação como segmento estrutural autônomo, mas indica que a avaliação interpessoal cumpre um papel significativo desde as fases iniciais do relato. A gradação modula o impacto interpessoal da narrativa, reforçando a censura de falhas ou destacando atos de resiliência. Em conjunto, o subsistema julgamento surge como eixo central para atribuir responsabilidades, questionar normas e construir a identidade discursiva das falantes enquanto reconstroem suas experiências vividas