As Infecções Sexualmente Transmissíveis ainda constituem um problema de saúde pública mundial, pois as ocorrências destas infecções são registradas de maneira crescente no decorrer dos anos. Objetivou-se analisar o conhecimento e o comportamento de estudantes universitários quanto às Infecções Sexualmente Transmissíveis e suas estratégias de prevenção. A pesquisa teve uma abordagem quanti-qualitativa. Participaram da pesquisa estudantes universitários entre 18 e 60 anos, de uma Universidade Federal do interior da Bahia. Foi aplicado um formulário semiestruturado através da plataforma do Google Forms. Os resultados revelaram que os estudantes universitários, em sua maioria, demonstraram ter um conhecimento satisfatório em relação às Infecções Sexualmente Transmissíveis, porém a maioria deles demonstrou ter comportamentos sexuais de risco. Eles entendem que sexualidade é apenas sexo, a sífilis e a AIDS são as infecções mais conhecidas por eles; há vantagens do serviço de saúde em relação à área sexual e que o método contraceptivo mais conhecido/utilizado é o preservativo masculino, porém existem fatores que podem contribuir para sua baixa adesão. Apesar de conhecerem sobre as Infecções Sexualmente Transmissíveis, ainda existem aqueles que associam a transmissão apenas quando há relação com mais de um parceiro sexual. Essa pesquisa permitiu a elaboração de uma cartilha digital para ser divulgada na comunidade acadêmica e planejamento de um projeto de extensão em relação às Infecções Sexualmente Transmissíveis. Dessa forma, a pesquisa contribuiu para fazer os estudantes universitários (re) pensarem a respeito das suas práticas sexuais e seu conhecimento sobre o tema