research article

CARACTERIZAÇÃO DOS AGENTES POLINIZADORES BIÓTICOS E ABIÓTICOS E SUA ATUAÇÃO NA MANUTENÇÃO DA VARIABILIDADE, ADAPTABILIDADE E DIVERSIDADE DE ESPÉCIES FLORÍSTICAS

Abstract

The mutualism between flora and fauna has been observed since the studies of Gregor Mendel and Charles Darwin, where interactions for mutual benefits sustained life. Pollination constitutes an essential process for the perpetuation of numerous plant species and can occur in two ways: self-pollination, where pollen is transferred from the anther to the stigma of the same flower or another flower on the same plant; and cross-pollination, where pollen from one flower is transferred to the stigma of another flower on a different plant. The adaptability of species through the pollination process has allowed variability to extend due to pollinating agents, encompassing not only bees but also other biotic agents (animals), including various types of insects and even mammals such as bats; and abiotic agents, such as water and wind. In order to identify and classify the diverse pollinating agents, maintaining equal importance among them, scientific studies were used in their entirety to promote teaching and learning and raise awareness about the preservation of floral diversity and variability. This, in turn, contributes to the preservation of faunal diversity through pollination processes. It was possible to identify the intensified existence of Angiosperm species and their adaptations to the pollination process, such as flower shapes, colors, textures, and aromas. Pollinating agents, both biotic and abiotic, were identified as the main source ensuring the genetic variability of species, playing a crucial role in preserving and maintaining floral diversity.A mutualidade entre a flora e a fauna é vista desde estudos de Gregor Mendel e Charles Darwin, em que as interações para benefícios mútuos mantinham a vida em existência. A polinização constitui um processo essencial para a perpetuação de inúmeras espécies vegetais, podendo ocorrer de duas formas: autopolinização, quando ocorre a transferência do pólen da antera para o estigma de uma mesma flor ou de outra flor da mesma planta; e cruzada, quando o pólen de uma flor é transferido para o estigma de outra flor de uma planta diferente. A adaptabilidade das espécies com o processo de polinização permitiu que a variabilidade se estendesse devido aos agentes polinizadores, e claro, aqueles que vão além das abelhas, sendo agentes bióticos (animais), levando em consideração todos os tipos de insetos e até mamíferos, como o morcego; e agentes abióticos, como a água e o vento. Com o objetivo de identificar e classificar os diversos agentes polinizadores, mantendo a mesma importância entre eles, usou-se de estudos científicos disponibilizados na íntegra, a fim de promover o ensino-aprendizagem e a conscientização da preservação da diversidade e variabilidade floral, e consequentemente, a faunística, por intermédio dos processos de polinização. Foi possível identificar a intensificação da existência das espécies de Angiospermas, bem como suas adaptações para o processo de polinização, como por exemplo: formato de flores, cores, texturas e aromas, sendo os agentes polinizadores (bióticos e abióticos) a principal fonte de garantia da variabilidade genética das espécies, atuando na preservação e na manutenção da diversidade floral

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