O uso de espaços não-formais para o ensino de botânica na educação básica

Abstract

O ensino de botânica nas escolas caracteriza-se pela descontextualização dos conteúdos, pelo pouco tempo disponível para a abordagem dos mesmos além de baixa interatividade com o mundo que se estuda, o que dificulta a aprendizagem dos alunos. No que se refere à relação entre o ensino de botânica e a educação não formal, ainda são poucas as pesquisas que discutem a possibilidade de utilizar espaços não formais como estratégias alternativas para o estudo da botânica, potencializando a contextualização dos conteúdos a serem trabalhados e, dessa forma, facilitando a aprendizagem desses temas na educação básica. O presente trabalho de pesquisa almeja discutir o ensino de botânica na educação básica utilizando os espaços não-formais como uma referência. A investigação começou com um levantamento das Políticas Públicas Educacionais no Brasil focando em como elas têm contribuído e regulado as ações sobre o ensino de botânica na educação básica, em específico para os anos finais do ensino fundamental e ensino médio. Em seguida foram realizados um levantamento de dados bibliográficos nos bancos de dados, Portal de Periódicos da Capes e ERIC, e um mapeamento de atividades educacionais na base de dados públicos do Sistema de Informação e Gestão de Projetos (SIGproj). Com o intuito de encontrar ações sobre o ensino de botânica em espaços não-formais de educação. Entretanto foram encontrados poucos materiais sobre o assunto, revelando a importância de discutirmos o ensino de botânica nos espaços não formais de educação

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