research article

Percepção da criança e do responsável sobre o uso da realidade virtual na cateterização intravenosa periférica

Abstract

Objective: To find out the perception of children and their guardians regarding the use of virtual reality goggles in the insertion of peripheral intravenous catheter in Pediatric Emergencies. Methods: A descriptive, exploratory and qualitative study was carried out between April and September 2022 in the Emergency Department of a Public Children's Hospital in Southern Brazil. Twelve children between the ages of 4 and 12 and their respective guardians made up the sample. Data collection took place in three phases: 1) Invitation to collaborate in the research and interview; 2) Instructional therapeutic toy session with virtual reality goggles; 3) Peripheral intravenous catheter procedure. Data was analyzed using deductive analysis and the DIVA, OSDB and FPS-R scales. Results: Participants were predominantly male children aged seven, accompanied by their mothers. All the children had a good chance of success on their first attempt at the procedure according to the DIVA Scale; virtual reality corroborated collaborative behavior according to the OSDB Scale; and only one child felt the worst pain according to the FPS-R Scale. The qualitative data was categorized into: pre, during and post-procedure. Conclusion: Virtual reality is positive in reducing negative feelings and attenuates physical [...].Objetivo: Conhecer a percepção da criança e do seu responsável quanto ao uso dos óculos de realidade virtual a inserção do cateterismo intravenoso periférico em Emergências Pediátricas. Métodos: Pesquisa descritiva, exploratória e qualitativa, realizada entre abril e setembro de 2022 nas Emergências de Hospital Público Infantil do Sul do Brasil. Doze crianças entre 4 e 12 anos de idade e seus respectivos responsáveis compuseram a amostra. A coleta de dados se desdobrou em três fases: 1) Convite para colaborar na pesquisa e entrevista; 2) Sessão de brinquedo terapêutico instrucional com óculos de realidade virtual; 3) Procedimento de cateterismo intravenoso periférico. A análise dos dados ocorreu pela análise dedutiva e aplicação das Escalas DIVA, OSDB e FPS-R. Resultados: Participaram predominantemente crianças do sexo masculino, com sete anos de idade, acompanhadas pelas mães. Todas as crianças tinham boas chances de sucesso na primeira tentativa do procedimento pela Escala DIVA; a realidade virtual corroborou para comportamento colaborativo segundo Escala OSDB; e apenas uma criança sentiu a pior dor pela Escala FPS-R. Os dados qualitativos foram categorizados em: pré, durante e pós procedimento. Conclusão: A realidade virtual é positiva na redução de sentimentos negativos e atenua respostas físicas [...]

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