A taxa metabólica basal (TMB) é definida como a quantidade mínima de energia necessária para manter as
funções vitais do organismo em condições basais, auxiliando assim no controle e manutenção do peso
corporal, bem como no equilíbrio do gasto energético diário. Devido essa importância, nos dias de hoje com
os adventos tecnológicos, são observados diferentes meios e métodos para mensuração da TMB que podem
apresentar maior ou menor fidedignidade. Em vista disso, o objetivo do presente estudo foi comparar os
valores encontrados em diferentes métodos de análise da TMB em mulheres jovens, do sexo feminino. Para
tanto, foram convidados a participar da pesquisa, 33 mulheres, entre 18 a 29 anos de idade. A TMB foi
mensurada através da calorimetria indireta (FITMATE PRO® e VO2000®) e por diferentes fórmulas preditivas
encontradas na literatura. Os dados obtidos por meio dos aparelhos de calorimetria indireta e fórmulas
preditivas foram comparadas via análise de variância (ANOVA) a um fator com medidas repetidas, utilizando
o post-hoc de Bonferroni. O nível de significância estabelecido foi de 5%. Para mulheres, apenas as equações
de Harris-Benedict (1919), FAO/EHO/UNU (2001) e Schofield (1985) apresentaram valores próximos ao de
referência, o que pode-se concluir que muitos métodos são ineficazes para predizer a TMB