This study discusses the relations
between decolonialism and critical cartography. We start from
the consideration that the map
is not a neutral support to represent space, translating power relations. Given this assumption, we
ask the following question: how
could the representation of space
through maps criticize the logic of
coloniality/modernity and reveal
narratives that are subjugated by
colonialism? We propose that the
resistance to the discourse of coloniality could be explored in the
indigenous counter-mapping practices.Este estudo trata das relações entre o decolonialismo e a cartografia
crítica. Partimos da constatação
de que o mapa não é um instrumento neutro de representação
do espaço, traduzindo relações de
poder. Diante disso, colocamos a
seguinte questão: de que maneira
a representação do espaço através dos mapas poderia criticar a
lógica da colonialidade/modernidade e revelar narrativas reprimidas pelo colonialismo? Apontamos
que a resistência ao discurso da
colonialidade passa pelas práticas
de contramapeamento indígenas