Potencial teratogênio da laserterapia de baixa potência: Rattus norvegicus como modelo

Abstract

A Laserterapia vem sendo contraindicada para gestantes ao longo do tempo devido a ausência de evidências e estudos que comprovem o efeito maléfico de seu uso. Especula-se que o tratamento possa estar associado a processos de diferenciação celular em diferentes tecidos, tais como em osteoblastos, células tronco mesenquimais, dentre outros, o que poderia estar relacionado a sua contraindicação por causar possíveis modificações genotóxicas ou mutagênicas no feto que podem ser observadas através de técnicas de análise citogenéticas. Sendo assim, o objetivo deste projeto é avaliar o potencial teratogênico da laserterapia na prole de úteros gravídicos submetidos ao laser de GaAs (arsenieto de gálio) a fim de ratificar ou excluir seu possível efeito tóxico, tendo como organismo modelo Rattus norvegicus albinus. Para tanto, análise de alterações cromossômicas serão efetuadas.CNP

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