Large Language Models (LLMs)-based Artificial Intelligences (AIs) promise to revolutionize our existential experience as individuals and society. Technological changes bring advancements but also imply civilizational discomforts and influence processes of subjectivation, as Freud taught us. Through a comparative observation between the mathematical functioning of LLMs and the dynamic model of the Freudian psychic apparatus, this work seeks to gather preliminary questions for a possible contribution, from psychoanalysis, to reflect on the discourses that announce post-human subjectivities and corporealities. Considering that the technology of each historical epoch establishes new demands on productive life in the social bond, we open some investigative lines from the identification of an automaton ideal as a result of human desire and the current technological possibility that opens the way for the increasingly deep integration between the body, the subject and AI.As Inteligências Artificiais (IAs) desenvolvidas sob modelos de larga escala de linguagem informática (LLMs) prometem revolucionar nossas experiências existenciais como indivíduos e como sociedade. As mudanças tecnológicas trazem avanços, mas também implicam em mal-estares civilizatórios e novos processos de subjetivação. Por meio de uma primeira análise comparativa entre o funcionamento matemático dos LLMs e o modelo dinâmico do aparelho psíquico freudiano, este trabalho busca reunir questões preliminares a uma possível contribuição, desde a psicanálise, para refletir acerca das condições culturais que parecem sugerir subjetividades e corporalidades pós-humanas. Considerando que a tecnologia de cada época histórica estabelece novas demandas à vida na relação social produtiva, nossa análise preliminar procura abrir novas possibilidades investigativas na interface com o campo psicanalítico a partir da identificação de um ideal autômato como resultado do desejo humano possibilitado pela tecnologia que abre caminho para a integração cada vez mais intensa entre o corpo, a IA e a produção subjetiva