Frente ao aumento progressivo da prevalência de Diabetes Mellitus tipo 2 na população brasileira e da elevada prevalência de pacientes que utilizam a glibenclamida para tratamento dessa morbidade, esta comunicação breve possui como objetivo principal apresentar os riscos cardiovasculares e hipoglicêmicos associados ao uso da glibenclamida e chamar a atenção das Comissões de Farmácia e Terapêutica (CFT) dos municípios brasileiros para que avaliem a relação risco/benefício para padronização de outra sulfoniluréia, visto que a grande parte das Relações Municipais de Medicamentos Essenciais (REMUME) possuem apenas a glibenclamida como opção terapêutica de secretagogos de insulina