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Ações performativas para ativar um perspectivismo artístico entre antropoceno e antropofagia

Abstract

Given the challenges to the body and the planet in the Anthropocene era, is another cosmopolitics of the scene possible? This article brings Anthropophagy as a counterpoint to propose an artistic perspectivism, in terms of the Amerindian perspectivism outlined by Viveiros de Castro. The contours of “anthropo-scene” are articulated with the performative actions of the Technologically Expanded Performance Project (TEPe) composed by a group of artists and researchers located on two continents and an Atlantic island.Frente a los desafíos para el cuerpo y el planeta en la era del Antropoceno, ¿es posible una cosmopolítica de la escena? Este artículo recurre a la Antropofagia como contrapunto para proponer un perspectivismo artístico según la noción del perspectivismo amerindio trazado por Viveiros de Castro. Los contornos de “antropo-escenas” se vinculan a las acciones performáticas del proyecto Technologically Expanded Performance (TEPe), compuesto por un grupo de artistas y académicos localizados geográficamente en dos continentes y en una isla del atlántico.Diante dos desafios ao corpo e ao planeta na era do Antropoceno, uma outra cosmopolítica da cena é possível? Esse artigo traz a Antropofagia como contraponto para propor um perspectivismo artístico, nos termos do perspectivismo ameríndio delineado por Viveiros de Castro. Os contornos de “antropo-cena” são articulados à ações performativas do Projeto Technologically Expanded Performance (TEPe) composto por um grupo de artistas e pesquisadores situados em dois continentes e uma ilha atlântica

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