This article shares considerations on the practices of combating the Bill 490/2007 that regulates the temporal mark and alters the legislation of the demarcation of indigenous lands in Brazil. The goal is to elaborate critical reflections on modern colonial exploitation as a domain of destruction and death. In addition, it is intended to draw attention to eco-engagement in dances as one of the policies for strengthening indigenous corporeities in our country.
Este artículo comparte consideraciones sobre las prácticas de combate al Proyecto de Ley 490/2007 que regula el “marco temporal” y altera la legislación de demarcación de tierras indígenas en Brasil. El objetivo es elaborar reflexiones críticas sobre la explotación colonial moderna como dominio de destrucción y muerte. También se pretende llamar la atención sobre el eco-compromiso en las danzas como una de las políticas para el fortalecimiento de las corporeidades indígenas en nuestro país.Este artigo compartilha considerações sobre as práticas de combate ao Projeto de Lei 490/2007 que regulamenta o marco temporal e altera a legislação da demarcação das terras indígenas no Brasil. O objetivo é elaborar reflexões críticas sobre a exploração colonial moderna como domínio de destruição e morte. Pretende-se, igualmente, chamar a atenção para o ecoengajamento nas danças como uma das políticas de fortalecimento das corporeidades indígenas em nosso país