'Editora da Universidade Federal Rural do Semi-Arido - EdUFERSA'
Abstract
Dasyprocta leporina is a rodent, geographical distribution is restricted to the American
continent. The objective of the present work was to describe the lateral branches of the
abdominal aorta artery of the agouti. Eight agouti of both sexes from CEMAS, UFERSA were
used to carry out the work, as per CEUA authorization opinion nº 16/2014. Anesthetic protocol
was performed with ketamine hydrochloride and xylazine, followed by propofol. Reaching an
anesthetic level, potassium chloride was administered for euthanasia. After death was
confirmed, latex associated with barium was injected in the craniocaudal direction in one of the
animals, and vinylite in another. The first animal was submitted to radiography and the second
to corrosion. Another six animals were thawed and perfused with latex. The first collateral
branch emitted was a celiac artery, an odd and large-caliber artery, which appeared ventrally
and emitted the branches corresponding to the left gastric artery, hepatic artery and splenic
artery. The second collateral branch was a cranial mesenteric artery, which originated ventrally
in the abdominal aorta, caudal to the celiac artery. After a short path, the abdominal aorta
emitted laterally as right and left renal arteries, these arteries emit the adrenal arteries, only one
case where an adrenal artery directly from the aorta. The gonadal arteries originate from a single
specimen in the same topography as the renal arteries and are more often caudal to the renal
arteries. Near the entrance to the pelvic cavity, the abdominal aorta ventrally emitted a medium
to fine vessel, the caudal mesenteric artery. The abdominal aorta at the entrance of the pelvic
cavity dorsocaudally emitted its last collateral branch, a median sacral artery. It is concluded
that the associated branches of the aorta account for the pattern common to anterior rodentsDasyprocta leporina é um roedor cuja distribuição geográfica é restrita ao continente americano.
O objetivo do presente trabalho foi descrever os ramos colaterais da artéria aorta abdominal da
cutia. Para a realização do trabalho foram utilizadas oito cutias de ambos os sexos provenientes
do CEMAS, UFERSA, conforme parecer de autorização CEUA nº 16/2014. Foi realizado o
protocolo anestésico com cloridrato de cetamina e xilazina, seguido propofol. Atingindo plano
anestésico, administrou-se cloreto de potássio para eutanásia. Após confirmado o óbito, foi
injetado látex associado com bário no sentido craniocaudal em um dos animais, e vinilite em
outro. O primeiro animal foi submetido a radiografia e o segundo à corrosão. Outros seis
animais foram descongelados e perfundidos com Látex. O primeiro ramo colateral emitido foi
a artéria celíaca, artéria ímpar e de grosso calibre, que surgiu ventralmente e emitiu os ramos
correspondentes a artéria gástrica esquerda, artéria hepática e artéria esplênica. O segundo ramo
colateral foi a artéria mesentérica cranial, que se originou ventral na aorta abdominal, caudal à
artéria celíaca. Após um curto trajeto, a aorta abdominal emitiu lateralmente as artérias renais
direita e esquerda, essas artérias emitem as artérias adrenais, apresentando apenas um caso em
que a artéria adrenal surge diretamente da aorta. As artérias gonadais tiveram a sua origem em
um único exemplar na mesma topografia das artérias renais e com maior frequência caudal às
artérias renais. Próximo à entrada da cavidade pélvica, a aorta abdominal emitiu ventralmente
um vaso de médio a fino calibre, a artéria mesentérica caudal. A aorta abdominal na entrada da
cavidade pélvica emitiu dorsocaudalmente seu último ramo colateral, a artéria sacral mediana.
Conclui-se que os ramos colaterais da aorta correspondem ao padrão comum aos roedores
descritosTrabalho não financiado por agência de fomento, ou autofinanciad