thesis

Ramos colaterais da aorta abdominal de cutias (Dasyprocta leporina Linnaeus, 1758)

Abstract

Dasyprocta leporina is a rodent, geographical distribution is restricted to the American continent. The objective of the present work was to describe the lateral branches of the abdominal aorta artery of the agouti. Eight agouti of both sexes from CEMAS, UFERSA were used to carry out the work, as per CEUA authorization opinion nº 16/2014. Anesthetic protocol was performed with ketamine hydrochloride and xylazine, followed by propofol. Reaching an anesthetic level, potassium chloride was administered for euthanasia. After death was confirmed, latex associated with barium was injected in the craniocaudal direction in one of the animals, and vinylite in another. The first animal was submitted to radiography and the second to corrosion. Another six animals were thawed and perfused with latex. The first collateral branch emitted was a celiac artery, an odd and large-caliber artery, which appeared ventrally and emitted the branches corresponding to the left gastric artery, hepatic artery and splenic artery. The second collateral branch was a cranial mesenteric artery, which originated ventrally in the abdominal aorta, caudal to the celiac artery. After a short path, the abdominal aorta emitted laterally as right and left renal arteries, these arteries emit the adrenal arteries, only one case where an adrenal artery directly from the aorta. The gonadal arteries originate from a single specimen in the same topography as the renal arteries and are more often caudal to the renal arteries. Near the entrance to the pelvic cavity, the abdominal aorta ventrally emitted a medium to fine vessel, the caudal mesenteric artery. The abdominal aorta at the entrance of the pelvic cavity dorsocaudally emitted its last collateral branch, a median sacral artery. It is concluded that the associated branches of the aorta account for the pattern common to anterior rodentsDasyprocta leporina é um roedor cuja distribuição geográfica é restrita ao continente americano. O objetivo do presente trabalho foi descrever os ramos colaterais da artéria aorta abdominal da cutia. Para a realização do trabalho foram utilizadas oito cutias de ambos os sexos provenientes do CEMAS, UFERSA, conforme parecer de autorização CEUA nº 16/2014. Foi realizado o protocolo anestésico com cloridrato de cetamina e xilazina, seguido propofol. Atingindo plano anestésico, administrou-se cloreto de potássio para eutanásia. Após confirmado o óbito, foi injetado látex associado com bário no sentido craniocaudal em um dos animais, e vinilite em outro. O primeiro animal foi submetido a radiografia e o segundo à corrosão. Outros seis animais foram descongelados e perfundidos com Látex. O primeiro ramo colateral emitido foi a artéria celíaca, artéria ímpar e de grosso calibre, que surgiu ventralmente e emitiu os ramos correspondentes a artéria gástrica esquerda, artéria hepática e artéria esplênica. O segundo ramo colateral foi a artéria mesentérica cranial, que se originou ventral na aorta abdominal, caudal à artéria celíaca. Após um curto trajeto, a aorta abdominal emitiu lateralmente as artérias renais direita e esquerda, essas artérias emitem as artérias adrenais, apresentando apenas um caso em que a artéria adrenal surge diretamente da aorta. As artérias gonadais tiveram a sua origem em um único exemplar na mesma topografia das artérias renais e com maior frequência caudal às artérias renais. Próximo à entrada da cavidade pélvica, a aorta abdominal emitiu ventralmente um vaso de médio a fino calibre, a artéria mesentérica caudal. A aorta abdominal na entrada da cavidade pélvica emitiu dorsocaudalmente seu último ramo colateral, a artéria sacral mediana. Conclui-se que os ramos colaterais da aorta correspondem ao padrão comum aos roedores descritosTrabalho não financiado por agência de fomento, ou autofinanciad

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