O presente artigo tem como objetivo mostrar, de forma sucinta, experiências com sistemas agroflorestais (SAF?s) no Brasil, e inseri-los dentro da visão da Economia Ecológica, bem como, mostrar que metodologias complementares, baseadas em geotecnologias, são utilizadas para quantificação e qualificação das contribuições dos serviços ecossistêmicos prestados por esses sistemas. Tais contribuições, se exploradas de forma racional e frequentes pelos produtores rurais, pode levar a um melhor funcionamento de seus sistemas de produção, de forma racional e sustentável