Com o objetivo de avaliar as propriedades adsortivas do biocarvão utilizou-se ácido húmico extraído de solo como amostra de interesse frente ao adsorvato. Para a obtenção das isotermas de adsorção monitorou-se a concentração remanescente do ácido húmico depois de atingido o equilíbrio de adsorção em 460nm e 660nm, utilizando uma curva de calibração externa. Nos testes realizados, observou-se um comportamento linear com o modelo de adsorção proposto por Freundlich. Entretanto, as constantes relacionadas à capacidade de adsorção apresentaram valores pequenos, indicando a não favorabilidade dos processos de sorção do ácido húmico no biocarvão