O objetivo desse experimento foi avaliar a tolerância do girassol (Helianthus annuus) e a supressão do capim-braquiária (Brachiaria ruziziensis) a herbicidas inibidores da enzima aceto-lactato sintase (ALS). O delineamento experimental foi blocos casualizados, com quatro repetições. Os tratamentos foram i) imazethapyr 30 g i.a./ha; ii) imazethapyr 70 g i.a./ha; iii) imazapyr 75 g e.a./ha; iv) imazapyr 125 g e.a./ha; v) chlorimuron-ethyl 7,5 g i.a./ha; vi) chlorimuron-ethyl 12,5 g i.a./ha; vii) nicosulfuron 8 g i.a./ha; viii) nicosulfuron 20 g i.a./ha; ix) testemunha sem capina e x) testemunha capinada. Os tratamentos com imazethapyr (30 e 70 g i.a./ha), imazapyr (75 e 125 g e.a./ha) e nicosulfuron (8 e 20 g i.a./ha) não causaram injúrias às plantas de girassol. O chlorimuron-ethyl nas doses de 7,5 e 12,5 g i.a./ha resultou em alto grau de fitointoxicação às plantas de girassol. O imazethapyr (30 e 70 g i.a./ha) e o nicosulfuron (8 g i.a./ha) causaram supressão do crescimento das plantas de B. ruziziensis. Entretanto, o imazapyr (75 e 125 g e.a./ha) e a maior dose de nicosulfuron (20 g i.a./ha) afetaram drasticamente a produção de fitomassa da forrageira, com morte das plantas