research

Controle do caruncho-do-feijoeiro Zabrotes subfasciatus com óleos vegetais, munha, materiais inertes e malathion.

Abstract

Na busca de alternativas ao controle químico do caruncho Zabrotes subfasciatus (Coleoptera: Bruchidae), avaliou-se, em feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.), o efeito de três genótipos, cv. Carioca e duas linhagens contendo a proteina arcelina (Arc 1 e Arc 3), e da adição nos grãos armazenados de óleo de soja (Glycine max Merrill); óleo de nim (Azadirachta indica A. Juss.), munha (resíduo de trilha da colheita), calcário dolomítico e terra de formigueiro, comparativamente aos grãos não tratados e ao controle químico com malathion 500 CE. O experimentp foi realizado no laboratório da Embrapa-Centro Nacional de Pesquisa de Arroz e Feijão, localizado no Município de Santo Antônio de Goiás, GO, em condições não controladas. Na linhagem Arc 1, constatou-se maior proteção dos danos do caruncho, observando-se redução do número de ovos de adultos emergidos e da porcentagem de sementes danificadas em relação à Arc 3 e à cv. Carioca. Quando os grãos foram tratados com malathion, óleo de nim e óleo de soja, observou-se menor número de ovos de adultos emergidos e redução de danos, e não houve diferença na porcentagem de sementes danificadas entre o malation e o óleo de nim. A mistura das sementes com terra de formigueiro conferiu baixa proteção ao carunchu, enquanto os tratamentos com munha e calcário dolomítico não apresentaram eficiência na redução da progênie e dos danos de Z. subfasciatus

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