A partir de uma conceituação do que seja “ética” e “estética” e de suas relações essenciais, no que tange a um conflito, harmonia e conjugação, este ensaio revisita o mito grego Tirésias, semioticamente traduzido por várias linguagens da arte, entre as quais o cinema de que se extrai, como emblema, o filme homônimo de Bertrand Bonello.Taking a concept of “ethics” and “aesthetics”, and of their essential relationship concerning conflicts, harmony and conjugation, this essay revisites the greek myth Tiresias, semiotically translated by many languages of art, among which the cinema, from which is taked, as an emblem, the homonymous film by Bertrand Bonello.A partir de uma conceituação do que seja “ética” e “estética” e de suas relações essenciais, no que tange a um conflito, harmonia e conjugação, este ensaio revisita o mito grego Tirésias, semioticamente traduzido por várias linguagens da arte, entre as quais o cinema de que se extrai, como emblema, o filme homônimo de Bertrand Bonello