Na vida corrente, hoje como desde os mais remotos tempos, o homem viu-se
constantemente envolvido por fenómenos os mais diversos, cuja compreensão plena, de
um modo ou de outro, sempre procurou.
À medida que o foi fazendo, foi compreendendo que nesses fenómenos surgiam
entidades que poderiam ocorrer correlacionadas entre si. E o natural objectivo
procurado terá sempre sido uma resposta explicativa para esses fenómenos observados.
Noutros casos, foi o próprio homem que a si mesmo colocou situações, deste modo
procurando demonstrar se a sua ideia prévia, e sobre o que parecia ser fortemente
evidente, era, ou não, como parecia.Qualquer destes métodos, como se sabe e é evidente, foi evoluindo ao longo do
tempo, durante séculos, pela acção essencialmente individual de autênticos génios da
Humanidade. Ora, nesta sua actividade, muito em especial no estudo dos fenómenos observados
no mundo físico, envolvendo corpos maiores ou menores, mais ou menos pesados, que
se movimentavam durante mais tempo ou de modo simplesmente fugaz, no espaço
imediatamente envolvente ou noutro mais longínquo, o homem viu-se obrigado a lidar
com entidades que entendia como de certa natureza, fosse esta mais ou menos evidente.
Tais entidades são hoje designadas por grandezas