research

Prognostic factors and comorbidity impact upon the frontolateral laryngectomy

Abstract

OBJECTIVE: To evaluate the survival rates, comorbidity impact, complications, and treatment failure facts. METHODS: 38 patients clinically staged as T1b / T2N0M0 glottic tumors were analyzed. They underwent frontolateral laryngectomy with reconstruction, from January, 1995 to December, 2006. The oncological outcome, comobidity (through the Adult Comorbidity Evaluation -27 ACE-27 scale) and complications were studied and correlated to the demographic data and tumor characteristics. RESULTS: Eight patients presented local recurrence being surgically salvaged. Complications were not observed in 33 patients. There was no significant difference on the global and free of disease 5-year survival regarding the diverse comorbidity categories. Only the pathological margins spread of the tumor presented significant difference on the global (p=0.0033) and free 0f disease survival (p<0.0001). CONCLUSION: The 5-year global survival was 67.6% whereas the free of disease survival was 73.7%; the comorbidity did not represent independent prognostic factor; the postoperative complications rate was 13.2%; and only the pathological margin spread showed significant difference on the global and free of disease survival rates.OBJETIVO: Avaliar sobrevida, impacto da comorbidade, complicações e fatores de falha da laringectomia como tratamento de tumores malignos glóticos. MÉTODOS: Foram analisadas 38 pacientes com tumor glótico sob estadiamento clínico T1b/T2N0M0 submetidos à laringectomia fronto-lateral com reconstrução, de janeiro de 1995 a dezembro de 2006. Foram avaliados os resultados oncológicos, comorbidades (através da escala Adult Comorbidity Evaluation - 27 ACE-27) e complicações, sendo correlacionados com dados demográficos e características do tumor. RESULTADOS: Oito pacientes apresentaram recidiva local e foram resgatados cirurgicamente. Complicações não foram verificadas em 33 pacientes. Não houve diferença significativa das sobrevidas global em cinco anos e livre de doença ao considerarem-se as diferentes categorias de comorbidades. Somente o envolvimento patológico das margens mostrou diferenças significativas na sobrevida global (p=0,0033) e sobrevida livre de doença (p<0,0001). CONCLUSÃO: A sobrevida global em cinco anos foi de 67,6% e a sobrevida livre de doença de 73,7%; a comorbidade não representou fator prognóstico independente; o índice de complicações pós-operatórias foi de 13,2% e somente o envolvimento patológico das margens mostrou diferenças significativas na sobrevida global e livre de doença.Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Escola Paulista de MedicinaHospital Ana Costa Cirurgia de Cabeça de PescoçoUNIFESP, EPMSciEL

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