O estudo analisa os objetivos e as justificativas de quatro \ud
secretarias de educação para investir em sistemas próprios \ud
de avaliação em larga escala em vez de utilizar as avaliações \ud
nacionais já disponíveis, em especial a Prova Brasil, como \ud
instrumento precípuo de sua política educacional. O foco recai \ud
sobre avaliações externas que lançam mão dos mesmos modelos \ud
adotados pelas avaliações nacionais com contornos e desenhos \ud
distintos impressos às diferentes redes de ensino investigadas, \ud
conforme o tipo de organização e política. Destacam-se as \ud
demandas que se impõem a essas avaliações, notadamente \ud
naquilo que podem conter de subsídio pedagógico voltado \ud
diretamente ao trabalho escolar