research

Performance of Brazilian Portuguese and English speaking subjects on the Test of Early Language Development

Abstract

TEMA: aplicação de um teste americano de linguagem infantil em sujeitos falantes do Português Brasileiro. OBJETIVO: comparar a performance de sujeitos normais falantes do Português Brasileiro com os sujeitos falantes do Inglês Americano no Test of Early Language Development - Terceira Edição (TELD-3). MÉTODO: participaram deste estudo 120 crianças, com faixa etária de 2:00 a 7:11 anos, sendo 20 sujeitos por faixa etária, de ambos os sexos. Os sujeitos passaram por um processo de seleção e foram testados individualmente pela pesquisadora, em seguida foi realizada uma análise comparativa entre a performance dos falantes do Português e os falantes do Inglês. RESULTADOS: os resultados indicaram que a performance dos sujeitos foi equivalente para a idade até 4:11 anos. Para 5, 6 e 7 anos no subteste receptivo da forma A, os sujeitos falantes do Português obtiveram pontuação mais alta do que a apresentada na referência americana. E para as faixas etárias de 5 e 6 anos no subteste expressivo, na forma B, a pontuação dos sujeitos falantes do Português foi menor do que a observada na referência americana. CONCLUSÃO: a tradução de instrumentos diagnósticos já disponíveis em outras línguas pode amenizar a carência em países que não dispõem destes recursos e, além disso, pode possibilitar estudos transculturais viabilizando a comparação dos achados das pesquisas nacionais com os das pesquisas internacionais, o que é bastante relevante para os estudos da linguagem na infância e dos quadros de alterações.BACKGROUND: application of an American early language test in Brazilian Portuguese-speaking subjects. AIM: to compare the performance of normal Brazilian Portuguese and American English-speaking subjects on the Test of Early Language Development - Third Edition (TELD-3). METHOD: participants of this study were 120 subjects of both genders, ranging in age from 2:00 to 7:11 years (20 subjects in each age range). Subjects were selected and tested individually by the researcher. A comparative analysis of the subjects' performances with that observed in English-speaking children was made. RESULTS: the results indicated that Brazilian and American subjects presented similar performances until the age of 4:11 years. Portuguese-speaking children of 5, 6 and 7 years presented higher scores on the receptive subtest of Form A when compared to their American pairs. Portuguese-speaking subjects of 5 and 6 years presented lower scores on the expressive subtest of Form B when compared to their American pairs. CONCLUSION: the translation of diagnostic instruments that are already available in other languages can lessen the lack of such resources in countries where these instruments are not yet available. Furthermore, this practice can allow cross-cultural studies which are relevant for researches on child language and language disabilities

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