Narrativas do Feminicídio na Amazônia

Abstract

This article analyzes journalistic narratives of feminicide in the Amazon based on the conceptual contribution from gender studies. The starting point of the research was the collectionof news in newspapers of the states belonging to the Amazon Region that presented in their text the words ‘feminicide’, ‘murdered’ and ‘dead’, in which this insertion had a direct relationship with the crimes, their developments, investigation, trial and conviction. The study pointed out that journalistic narratives can symbolically colonize women, from the moment they build a version of social realityanchored in inequality between genders installed in the country. In the construction of the narratives,judgments and silences emerged that directly affect women and which differ from the breadth of discourses in favor of gender equality present in society, and which effectively mask asymmetries in the context of the Amazônia.Este artículo analiza las narrativas periodísticas del feminicidio en la Amazonía a partir del aporte conceptual de los estudios de género. El punto de partida de la investigación fue la recopilación de noticias en periódicos de los estados pertenecientes a la Región Amazónica que presentaban en su texto las palabras ‘feminicidio’, ‘asesinada’ y ‘muertas’, en los que esta insercióntenía una relación directa con los delitos, su novedades, investigación, juicio y condena. El estudio señaló que las narrativas periodísticas pueden colonizar simbólicamente a las mujeres, desde que construyen una versión de la realidad social anclada en la desigualdad entre géneros instalada en el país. En la construcción de las narrativas surgieron juicios y silencios que afectan directamente a las mujeres y que se diferencian de la amplitud de los discursos a favor de la igualdad de género presentes en la sociedad, y que efectivamente enmascaran las asimetrías en el contexto de la Amazonía. Este artigo analisa narrativas jornalísticas do feminicídio na Amazônia a partir do aporteconceitual proveniente dos estudos de gênero. O ponto de partida da pesquisa foi a coleta denotícias em jornais dos estados pertencentes à Região Amazônica que apresentassem em seu texto as palavras ‘feminicídio’, ‘assassinada’ e ‘morta’, e que essa inserção tivesse relação direta com os crimes, seus desdobramentos, investigação, julgamento e condenação. O estudo apontou que as narrativas jornalísticas podem colonizar simbolicamente as mulheres, a partir do momento em que constroem uma versão da realidade social ancorada na desigualdade entre os gêneros instalada no país. Na construção das narrativas, emergiram julgamentos e silenciamentos que afetam diretamente as mulheres e que destoam da amplitude dos discursos em prol da igualdade de gênero presentes na sociedade, e que, de forma eficaz, mascaram as assimetrias no contexto da Amazônia

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