In this article, we aim to identify the contributions of decolonial feminism to feminist studies of disability, emphasizing the implications of considering ability as a colonial category, as well as the pursuit of theoretical and methodological foundations aligned with the decolonization of times, spaces, and ways of engaging with disability. To achieve this, we briefly contextualize decolonial feminism. Subsequently, we argue that ability is a colonial category. Afterward, we point to modernity as the genealogy of ableism. We conclude the text by highlighting elements that support the relevance of feminist disability studies engaging in dialogue with decolonial feminism, as well as the interconnection of these fields with the concepts of ability and disability.En este artículo, pretendemos identificar las contribuciones del feminismo decolonial a los estudios feministas de la discapacidad, destacando las implicaciones de considerar la capacidad como una categoría colonial, así como a la búsqueda de subsidios teórico-metodológicos alineados con la descolonización de tiempos, espacios y modos. de relacionarse con la discapacidad. Para ello, contextualizamos brevemente el feminismo decolonial. A continuación, argumentamos que la capacidad es una categoría colonial. Posteriormente, apuntaremos a la modernidad como la genealogía del capacitismo. Concluimos el texto destacando elementos que corroboran la pertinencia de los estudios feministas sobre discapacidad dialogando con el feminismo decolonial y este con las categorías capacidad y discapacidad.Neste artigo, objetivamos identificar as contribuições do feminismo decolonial para os estudos feministas da deficiência, com destaque para as implicações de se considerar a capacidade como uma categoria colonial, e também para a busca de subsídios teórico-metodológicos alinhados com a decolonização dos tempos, espaços e formas de se relacionar com a deficiência. Para tanto, contextualizamos brevemente o feminismo decolonial. Em seguida, argumentamos que a capacidade é uma categoria colonial. Após, apontamos a modernidade como a genealogia do capacitismo. Finalizamos o texto destacando elementos que corroboram a relevância de os estudos feministas da deficiência dialogarem com o feminismo decolonial e este com as categorias capacidade e deficiência