O avanço liberal: pensamento político e política externa no Brasil regencial (1831-1837)

Abstract

This article analyzes the changes in Brazilian political thought and foreign policy thatoccurred between 1831, the date of Emperor Pedro I’s abdication, and 1837, a momentmarked by the beginning of the conservative regress. We will argue that the centralizationof foreign policy formulation and the prevalence of the monarchical principle observedin the First Reign were reversed in the decentralizing direction of the state apparatus,whose results, in the diplomatic field, allowed Parliament’s control of foreign policymatters. It was a period marked by exacerbated criticism of Pedro I’s foreign policy andby the widespread enchantment of Pan-Americanism, the latter unrealized in the face ofcircumstantial concreteness.Este artículo analiza los cambios en el pensamiento político y la política exterior brasileñosocurridos entre 1831, fecha de la abdicación del emperador Pedro I, y 1837, momentomarcado por el inicio del regreso conservador. Argumentaremos que la centralización dela formulación de la política exterior y la prevalencia del principio monárquico observadoen el Primer Reinado se revirtieron en la dirección descentralizadora del aparato estatal,cuyos resultados, en el campo diplomático, permitieron el control del Parlamento sobre losasuntos de política exterior. Fue un período marcado por la crítica exacerbada a la políticaexterior de Pedro II y por el encanto generalizado de las virtualidades del panamericanismo,este último no realizado ante la concreción circunstancial.Este artigo analisa as mudanças no pensamento político e na política externa brasileira ocorridas entre 1831, data da abdicação do imperador Pedro I, e 1837, momento marcado pelo início do regresso conservador. Argumentaremos que a centralização da formulação de política externa e a prevalência do princípio monárquico observados no Primeiro Reinado foram revertidos na direção descentralizadora do aparato estatal, cujos resultados, no campo diplomático, permitiram o controle, por parte do Parlamento, dos assuntos de política externa. Fora período marcado pela crítica exacerbada à política externa pedrista e pelo generalizado encantamento das virtualidades do panamericanismo, este último irrealizado frente às concretudes circunstanciais

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