Recurrent urinary tract infections in geriatric patients are challenging conditions that lead to significant clinical, functional, and psychosocial complications. This integrative review aimed to analyze predisposing factors, such as anatomical changes related to aging, diabetes, and the use of urinary catheters, as well as to discuss evidence-based management strategies. Frequent complications were identified, including pyelonephritis, urosepsis, and functional decline, associated with increased frailty, recurrent hospitalizations, and functional dependency. The analysis highlighted that effective prevention and treatment of these infections are essential to minimize risks and improve the quality of life of elderly patients. Strategies include the judicious use of prophylactic antibiotics, vaginal estrogen therapy for postmenopausal women, and appropriate management of urinary catheters. Furthermore, the integration of a multidimensional approach, focusing on patient education and self-care, proved indispensable. It is concluded that managing recurrent urinary tract infections in the elderly requires a holistic and personalized approach, considering both clinical complications and quality of life impacts. While current practices are effective, further research is necessary to optimize interventions and achieve better clinical outcomes in this vulnerable population.As infecções urinárias recorrentes em pacientes geriátricos são condições desafiadoras que acarretam complicações clínicas, funcionais e psicossociais significativas. Esta revisão integrativa teve como objetivo analisar os fatores predisponentes, como alterações anatômicas relacionadas ao envelhecimento, diabetes e uso de cateteres urinários, além de discutir estratégias de manejo baseadas em evidências. Foram identificadas complicações frequentes, como pielonefrite, urosepse e declínio funcional, associadas ao aumento da fragilidade, hospitalizações recorrentes e dependência funcional. A análise destacou que a prevenção e o tratamento eficaz dessas infecções são essenciais para minimizar os riscos e melhorar a qualidade de vida dos idosos. Estratégias incluem o uso criterioso de antibióticos profiláticos, a terapia com estrogênio vaginal em mulheres pós-menopáusicas e a gestão adequada de cateteres urinários. Além disso, a integração de uma abordagem multidimensional, com foco na educação do paciente e no autocuidado, mostrou-se indispensável. Conclui-se que a gestão das infecções urinárias recorrentes em idosos exige uma abordagem holística e personalizada, considerando tanto as complicações clínicas quanto os impactos na qualidade de vida. Embora as práticas atuais sejam eficazes, novas pesquisas são necessárias para otimizar intervenções e consolidar melhores desfechos clínicos nessa população vulnerável