Abstract

This article examines the efficiency of endovascular surgery in treating popliteal artery aneurysms, focusing on a comparison between endovascular and open surgical approaches with regard to success rate, complications, reinterventions, and impact on patients' quality of life. An integrative review of studies published between 2014 and 2024 was conducted using the PubMed, Scielo, and BVS databases. Inclusion and exclusion criteria were applied to select relevant studies specifically addressing the efficacy of the endovascular technique compared to traditional surgery. Results indicate that endovascular surgery offers initial advantages, such as shorter recovery and hospitalization times, in addition to being less invasive. However, the procedure presents challenges in terms of long-term durability, with some cases requiring reinterventions. Conversely, open surgery appears more durable but entails a longer recovery period. The study concludes that, although endovascular surgery is promising for certain patient profiles, the choice of the optimal procedure should consider the specific clinical context, individual patient profile, and durability of results.Este artigo aborda a eficiência da cirurgia endovascular no tratamento de aneurismas da artéria poplítea, com foco na comparação entre as abordagens endovascular e aberta, considerando aspectos como taxa de sucesso, complicações, reintervenções e impacto na qualidade de vida dos pacientes. Realizou-se uma revisão integrativa de estudos publicados entre 2014 e 2024, utilizando as bases de dados PubMed, Scielo e BVS. Foram aplicados critérios de inclusão e exclusão para selecionar estudos relevantes que tratassem especificamente da eficácia da técnica endovascular em comparação com a cirurgia tradicional. Os resultados apontam que a cirurgia endovascular apresenta vantagens iniciais, como menor tempo de recuperação e internação, além de ser menos invasiva. Contudo, o procedimento apresenta desafios quanto à durabilidade dos resultados a longo prazo, com necessidade de reintervenções em alguns casos. Por outro lado, a cirurgia aberta mostra-se mais durável, apesar de demandar um tempo de recuperação mais longo. Conclui-se que, embora a cirurgia endovascular seja promissora para certos perfis de pacientes, a escolha do procedimento ideal deve considerar o contexto clínico específico e o perfil individual de cada paciente, bem como a durabilidade dos resultados

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