Apresenta-se um caso de avulsão traumática e reimplante dentário tardio, após cinco dias de permanência do dente fora da boca. Apesar do prognóstico reservado para a sobrevivência do dente reimplantado nestas condições, no presente caso o dente permanece clinicamente estável in situ após um ano de proservação, apresentando discretos sinais de reabsorção radicular externa. Descreve-se a técnica endodôntica utilizada e discutem-se os fundamentos que justificam a reimplantação tardia, mesmo em casos de longa permanência extrabucal