Abstract

Introduction: Urolithiasis is a common condition that affects the urinary tract of dogs and cats, leading to the formation of stones that can result in cystitis or serious obstructions. These stones vary in composition, with struvite and calcium oxalate being the most common. The condition mainly affects specific breeds and age groups, requiring careful management due to high recurrence rates and variability in response to treatment. Objective: The aim of this study is to review diagnostic methods and surgical and non-surgical treatment options for urolithiasis in dogs and cats. Methodology: A narrative literature review was carried out, searching the PubMed, Scielo, Google Scholar and ScienceDirect databases. Articles were selected based on their relevance, covering publications on the prevalence, diagnosis and treatment of urolithiasis in small animals. Results and Discussion: Urolithiasis in dogs and cats has various causes, such as diet, genetic predisposition and anatomical factors. Diagnosis is made using laboratory tests, radiography and ultrasound, with tomography being a recommended tool in complex cases. Surgical treatment, such as cystotomy and urethrotomy, is indicated in situations of obstruction or large stones. Non-surgical treatment, including drug dissolution and dietary changes, can be effective for struvite and urate stones. Lithotripsy, which uses shock waves to fragment stones, is a less invasive alternative, but its high cost and limited availability restrict its use. The high recurrence rates reinforce the importance of preventive management and regular follow-up. Conclusion: Urolithiasis in dogs and cats is a challenging condition that requires accurate diagnosis and personalized treatment. Although surgical treatment is often necessary in severe cases, less invasive methods such as dietary changes and drug dissolution are effective in certain cases. Ongoing veterinary follow-up is essential to prevent recurrences and ensure the health of affected animals.Introdução: A urolitíase é uma condição frequente que afeta o trato urinário de cães e gatos, levando à formação de cálculos que podem resultar em cistite ou obstruções graves. Esses cálculos variam em composição, sendo os de estruvita e oxalato de cálcio os mais comuns. A condição afeta principalmente raças e faixas etárias específicas, exigindo manejo cuidadoso devido às altas taxas de recorrência e variabilidade na resposta ao tratamento. Objetivo: Objetivo: O presente estudo tem como objetivo revisar os métodos de diagnóstico e as opções de tratamento cirúrgico e não cirúrgico da urolitíase em cães e gatos. Metodologia: Foi realizada uma revisão narrativa da literatura, com busca nas bases de dados PubMed, Scielo, Google Scholar e ScienceDirect. Os artigos foram selecionados com base em sua relevância, abrangendo publicações sobre a prevalência, diagnóstico e tratamento da urolitíase em pequenos animais. Resultados e Discussão: A urolitíase em cães e gatos tem diversas causas, como dieta, predisposição genética e fatores anatômicos. O diagnóstico é realizado por meio de exames laboratoriais, radiografia e ultrassonografia, sendo a tomografia uma ferramenta recomendada em casos complexos. O tratamento cirúrgico, como a cistotomia e a uretrotomia, é indicado em situações de obstrução ou cálculos grandes. Já o tratamento não cirúrgico, incluindo dissolução medicamentosa e alterações alimentares, pode ser eficaz para cálculos de estruvita e urato. A litotripsia, que utiliza ondas de choque para fragmentar cálculos, é uma alternativa menos invasiva, mas seu custo elevado e disponibilidade limitada restringem o uso. As altas taxas de recorrência reforçam a importância de um manejo preventivo e acompanhamento regular. Conclusão: A urolitíase em cães e gatos é uma condição desafiadora que requer um diagnóstico preciso e tratamento personalizado. Embora o tratamento cirúrgico seja frequentemente necessário em casos graves, métodos menos invasivos, como alterações dietéticas e dissolução medicamentosa, são eficazes em determinados casos. O acompanhamento veterinário contínuo é essencial para prevenir recidivas e garantir a saúde dos animais afetados

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