Facial burns represent a significant challenge in medicine, as they not only affect function, but also the aesthetics and quality of life of patients. In recent years, microsurgery techniques have advanced considerably, providing better results in the facial reconstruction of burn patients. This article reviews these advances, addressing the effectiveness of microsurgery techniques and the application of free flaps in the recovery of facial injuries. An integrative literature review was carried out between 2012 and 2024, using databases such as PubMed and Scielo. References were selected based on their relevance to the topic, addressing microsurgical techniques, facial reconstruction results and innovations in the field. The descriptors used were “Burns”, “Microsurgery”, “Plastic Surgery”, “Surgical Flaps”. The analysis of studies showed that the implementation of microvascular free flaps, such as perforator flaps, significantly improved viability rates and aesthetic conditions in patients with facial burns. Reports indicate an 87% success rate in integrating vascular grafts, as well as a reduction in morbidity at donor sites and flap flexibility. The adoption of fluorescence monitoring and improved dissection techniques has resulted in reduced complication rates, with a graft necrosis rate of less than 8%. Advances in microsurgery techniques and facial reconstruction approaches for burn patients have provided positive results in terms of functionality and aesthetics. Innovations in monitoring technologies and the use of vascularized flaps are fundamental to the continuous improvement of these techniques. This study highlights the importance of microsurgery in the rehabilitation of burn patients, suggesting that the combination of advanced techniques and ongoing research are essential to optimize results.As queimaduras faciais representam um desafio significativo na medicina, pois não afetam apenas a função, mas também a estética e a qualidade de vida dos pacientes. Nos últimos anos, as técnicas de microcirurgia têm avançado consideravelmente, proporcionando melhores resultados na reconstrução facial de pacientes queimados. Este artigo revisa esses avanços, abordando a eficácia das técnicas de microcirurgia e a aplicação de retalhos livres na recuperação de lesões faciais. Foi realizada uma revisão integrativa da literatura entre 2012 a 2024, utilizando bases de dados como PubMed e Scielo. As referências foram selecionadas com base em sua relevância para o tema, abordando técnicas microcirúrgicas, resultados de reconstrução facial e inovações na área. Os descritores utilizados foram "Queimaduras", "Microcirurgia", "Cirurgia Plástica", "Retalhos Cirúrgicos". A análise de estudos mostrou que a implementação de retalhos livres microvasculares, como os retalhos perfurantes, melhorou significativamente as taxas de viabilidade e as condições estéticas em pacientes com queimaduras faciais. Relatos indicam uma taxa de sucesso de 87% na integração de enxertos vasculares, além da diminuição da morbidade nos locais doadores e da flexibilidade dos retalhos. A adoção de monitoramento por fluorescência e técnicas de dissecção aprimoradas resultou em taxas de complicação reduzidas, com uma taxa de necrose dos enxertos inferior a 8%. Os avanços nas técnicas de microcirurgia e nas abordagens de reconstrução facial para pacientes queimados têm proporcionado resultados positivos em termos de funcionalidade e estética. As inovações nas tecnologias de monitoramento e o uso de retalhos vascularizados são fundamentais para a melhoria contínua dessas técnicas. Este estudo destaca a importância da microcirurgia na reabilitação de pacientes queimados, sugerindo que a combinação de técnicas avançadas e a pesquisa contínua são essenciais para otimizar os resultados.