Repensando a ciência e a inovação: Uma análise pela perspectiva decolonial em diálogo com a teoria ator-rede

Abstract

The article proposes, using literature review, to rethink science and innovation through the decolonial perspective, dialoguing with the Actor-Network Theory. Reframing the beginning of modernity in the Conquest of America, it highlights the constitution of the first modern identity, coming from the classification between conquerors and conquered in the idea of race. In this scenario, the making of science becomes deterministically understood, supposedly objective and neutral, as the only valid knowledge. Thus, the objective is to reflect on the discursiveness of modern sciences, giving voice to different forms of knowledge. An attempt to denounce the Coloniality of Knowledge, suggesting the notions and projects of Transmodernity and Epistemologies of the South. It is concluded that these other forms of knowledge can be presented as alternatives to the hegemonic order of capital, which reproduces the myth of infinite progress and control of the planet, submitting knowledge and innovations to the market.El artículo propone, por medio de revisión de literatura, repensar la ciencia y la innovación a través de la perspectiva decolonial, dialogando con la Teoría Actor-Red. Resignándose el inicio de la modernidad en la Conquista de América, se evidencia la constitución de la primera identidad moderna, oriunda de la clasificación entre conquistadores y conquistados en la idea de raza. En ese escenario, el hacer ciencia pasa a ser comprendido determinísticamente, supuestamente objetivo y neutro, como único conocimiento válido. De esta forma, se objetiva reflexionar sobre la discursividad de las ciencias modernas, dando voz a formas distintas de conocimiento. Un intento de denuncia de la Colonialidad del Saber, siendo sugeridas las nociones y los proyectos de la Transmodernidad y de las Epistemologías del Sur. Se concluye que esas otras formas de conocer pueden presentarse como alternativas al orden hegemónico del capital, la cual reproduce el mito del progreso infinito y del control del planeta, sometiendo el conocimiento y las innovaciones al mercado.O artigo propõe, por meio de revisão de literatura, repensar a ciência e a inovação através da perspectiva decolonial, dialogando com a Teoria Ator-Rede. Ressituando o início da modernidade na Conquista da América, evidencia-se a constituição da primeira identidade moderna, oriunda da classificação entre conquistadores e conquistados na ideia de raça. Nesse cenário, o fazer ciência passa a ser compreendido deterministicamente, pretensamente objetivo e neutro, como único conhecimento válido. Dessa forma, se objetiva refletir sobre a discursividade das ciências modernas, dando voz a formas distintas de conhecimento. Uma tentativa de denúncia da Colonialidade do Saber, sendo sugeridas as noções e os projetos da Transmodernidade e das Epistemologias do Sul. Conclui-se que essas outras formas de conhecer podem se apresentar como alternativas à ordem hegemônica do capital, a qual reproduz o mito do progresso infinito e do controle do planeta, submetendo o conhecimento e as inovações ao mercado

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