The Brazilian rural environment exhibits significant heterogeneity, with many residents experiencing high levels of food insecurity, particularly among informal wage laborers and non-occupied families. In total, 1.4 million families face moderate to severe food insecurity. Among rural unemployed individuals, 29% live in such conditions, while 19% of informal agricultural wage laborers also suffer from this vulnerability. In family farming, 11% face food deprivation. The precariousness of informal work, underemployment, and unemployment are key factors exacerbating food insecurity in rural areas. Addressing these issues requires targeted public policies to meet the specific needs of these vulnerable groups.O meio rural brasileiro apresenta uma grande heterogeneidade, e parte de seus moradores convivem com altos índices de insegurança alimentar, especialmente entre os assalariados sem registro formal e famílias não ocupadas. No total, 1,4 milhão de famílias enfrentam insegurança alimentar moderada ou grave. Entre os desempregados no campo, 29% vivem nessa condição, enquanto 19% os assalariados agrícolas sem formalização nas relações de também sofrem com essa vulnerabilidade. Na agricultura familiar, 11% sofrem com privações alimentares. A precariedade do trabalho informal, a subocupação e o desemprego são fatores-chave que agravam a insegurança alimentar no campo. O desafio é criar políticas públicas direcionadas que atendam às necessidades específicas desses grupos vulneráveis