Introduction: Absence-type epilepsy is a specific form of generalized epilepsy, characterized by frequent and brief episodes of loss of consciousness, which generally last a few seconds to a minute. Objective: To analyze the pathophysiological mechanisms and therapeutic approaches of absence epilepsy, providing an updated synthesis of the scientific literature. Methodology: This is a bibliographical review, using articles present in the following databases: PubMed, Scopus and SciELO. Original articles and systematic reviews in English and Portuguese published between 2014 and 2024 were included, which addressed pathophysiological mechanisms and therapeutic approaches to absence type epilepsy. After analysis, 29 articles were selected to prepare this bibliographic review. Results and Discussion: The pathophysiological mechanisms of absence epilepsy involve a complex interaction between ion channel dysfunctions, neurochemical dysregulation, changes in neuronal connectivity and genetic factors. Understanding these mechanisms is essential for developing new therapeutic approaches and identifying potential targets for treatment. Therapy is based on a multidisciplinary approach, which includes antiepileptic medications, non-pharmacological interventions, such as the ketogenic diet and vagus nerve stimulation. Conclusion: A holistic and individualized approach is essential for the successful management of absence epilepsy, aiming not only to control seizures, but also to improve the patient\u27s quality of life and global well-being.Introducción: La epilepsia de tipo ausencia es una forma específica de epilepsia generalizada, caracterizada por episodios frecuentes y breves de pérdida de conciencia, que generalmente duran de unos segundos a un minuto. Objetivo: Analizar los mecanismos fisiopatológicos y abordajes terapéuticos de la epilepsia de ausencia, proporcionando una síntesis actualizada de la literatura científica. Metodología: Se trata de una revisión bibliográfica, utilizando artículos presentes en las siguientes bases de datos: PubMed, Scopus y SciELO. Se incluyeron artículos originales y revisiones sistemáticas en inglés y portugués publicados entre 2014 y 2024, que abordaron mecanismos fisiopatológicos y abordajes terapéuticos de la epilepsia de tipo ausencia. Luego del análisis, se seleccionaron 29 artículos para elaborar esta revisión bibliográfica. Resultados y Discusión: Los mecanismos fisiopatológicos de la epilepsia de ausencia implican una interacción compleja entre disfunciones de los canales iónicos, desregulación neuroquímica, cambios en la conectividad neuronal y factores genéticos. Comprender estos mecanismos es esencial para desarrollar nuevos enfoques terapéuticos e identificar posibles objetivos de tratamiento. La terapia se basa en un enfoque multidisciplinario, que incluye medicamentos antiepilépticos, intervenciones no farmacológicas, como la dieta cetogénica y la estimulación del nervio vago. Conclusión: Un enfoque holístico e individualizado es esencial para el manejo exitoso de la epilepsia de ausencia, con el objetivo no sólo de controlar las crisis, sino también de mejorar la calidad de vida y el bienestar global del paciente.A epilepsia do tipo ausência é uma forma específica de epilepsia generalizada, caracterizada por episódios frequentes e breves de perda de consciência, que geralmente duram alguns segundos a um minuto. Objetivo: Analisar os mecanismos fisiopatológicos e condutas terapêuticas da epilepsia do tipo ausência, fornecendo uma síntese atualizada da literatura científica. Metodologia: Trata-se de uma revisão bibliográfica, utilizando artigos presentes nas seguintes bases de dados: PubMed, Scopus e SciELO Foram incluídos artigos originais e revisões sistemáticas em inglês e português publicadas entre 2014 e 2024, que abordassem sobre mecanismos fisiopatológicos e condutas terapêuticas da epilepsia do tipo ausência. Após a análise, foram selecionados 29 artigos para a confecção dessa revisão bibliográfica. Resultados e Discussão: Os mecanismos fisiopatológicos da epilepsia do tipo ausência envolvem uma interação complexa entre disfunções dos canais iônicos, desregulação neuroquímica, alterações na conectividade neuronal e fatores genéticos. A compreensão desses mecanismos é fundamental para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas e para a identificação de alvos potenciais para tratamento. A terapêutica baseia-se em uma abordagem multidisciplinar, que inclui medicamentos antiepilépticos, intervenções não farmacológicas, como a dieta cetogênica e a estimulação do nervo vago. Conclusão: Uma abordagem holística e individualizada é essencial para o manejo bem-sucedido da epilepsia do tipo ausência, visando não apenas o controle das crises, mas também a melhoria da qualidade de vida e o bem-estar global do paciente.Introdução: A epilepsia do tipo ausência é uma forma específica de epilepsia generalizada, caracterizada por episódios frequentes e breves de perda de consciência, que geralmente duram alguns segundos a um minuto. Objetivo: Analisar os mecanismos fisiopatológicos e condutas terapêuticas da epilepsia do tipo ausência, fornecendo uma síntese atualizada da literatura científica. Metodologia: Trata-se de uma revisão bibliográfica, utilizando artigos presentes nas seguintes bases de dados: PubMed, Scopus e SciELO Foram incluídos artigos originais e revisões sistemáticas em inglês e português publicadas entre 2014 e 2024, que abordassem sobre mecanismos fisiopatológicos e condutas terapêuticas da epilepsia do tipo ausência. Após a análise, foram selecionados 29 artigos para a confecção dessa revisão bibliográfica. Resultados e Discussão: Os mecanismos fisiopatológicos da epilepsia do tipo ausência envolvem uma interação complexa entre disfunções dos canais iônicos, desregulação neuroquímica, alterações na conectividade neuronal e fatores genéticos. A compreensão desses mecanismos é fundamental para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas e para a identificação de alvos potenciais para tratamento. A terapêutica baseia-se em uma abordagem multidisciplinar, que inclui medicamentos antiepilépticos, intervenções não farmacológicas, como a dieta cetogênica e a estimulação do nervo vago. Conclusão: Uma abordagem holística e individualizada é essencial para o manejo bem-sucedido da epilepsia do tipo ausência, visando não apenas o controle das crises, mas também a melhoria da qualidade de vida e o bem-estar global do paciente