Este artigo propõe uma estratégia para gerenciamento do fluxo de potência em uma microrrede híbrida composta por um arranjo fotovoltaico de 1 kWp, um aerogerador de 1,2 kWp, uma célula a combustível de 1,2 kW e um banco de supercapacitores de 31 F/ 250 V. Tal microrrede é concebida para permitir o suprimento ininterrupto de energia a cargas críticas cc, podendo operar no modo isolado ou interligado à rede elétrica. A partir do estudo teórico da microrrede, são definidas as referências de potência para cada uma das fontes renováveis em função do modo de operação (conectado à rede ou isolado), da disponibilidade de recursos energéticos (sol, vento e estoque de hidrogênio) e da prioridade de despacho. Resultados experimentais oriundos do funcionamento da microrrede mostram que as transições entre os diversos cenários ocorrem de maneira suave e que o fluxo de potência se estabelece de acordo com as prioridades de despacho de cada cenário