Brazilian Journals Publicações de Periódicos e Editora Ltda.
Abstract
É inquestionável que o uso de cigarros eletrônicos (CE) pelos adolescentes ganhou um grande destaque nos últimos anos. Estudos realizados em jovens dos EUA constatou que houve um aumento do uso de CE por esses indivíduos entre 12 e 17 anos de 48%para 78% nos anos de 2017 a 2018, e isso reflete um potencial risco à saúde.1 Contudo, as informações sobre o CE ainda estão limitadas, possuem procedência duvidosa e não trazem segurança aos usuários.O objetivo desse artigo, é de elucidar análises de estudos a respeito dos impactos relacionados ao uso crônico desses dispositivos, ressaltando as diferenças existentes entre os “e-cigarettes” e o cigarro convencional. Desse modo, mesmo a composição química existente entre eles sendo semelhante, ainda existem diferenças, principalmente no que se refere à concentração dos compostos sendo maior no cigarro convencional. No entanto, no que tange aos CE, apesar de parecerem inofensivos, o uso frequente pelos jovens pode acarretar diversos prejuízos à saúde, o que será enfatizado no decorrer desta revisão literária