El Integralismo Lusitano (IL), fundado en 1914 por jóvenes intelectuales, buscaba establecer un régimen monárquico corporativista en Portugal. Liderado por figuras como António Sardinha, Alberto de Monsaraz, José Hipólito Vaz Raposo, José Pequito Rebelo, Luís de Almeida Braga y Francisco Rolão Preto, el grupo buscaba la restauración nacional basada en valores medievales y el cristianismo. Paralelamente, defendía el nacionalismo, alineándose con tendencias presentes en Brasil, donde se estableció la expresión más exitosa del fascismo fuera de Europa, la Ação Integralista Brasileira (AIB), liderada por Plínio Salgado. Aunque la composición de los integralismos portugués y brasileño no es idéntica, este estudio busca analizar cómo el movimiento en Portugal influenció a su congénere brasileño, ambos insertos en un contexto común dentro de una red intelectual, lo que contribuyó a la interlocución política entre ambos países.O Integralismo Lusitano (IL), fundado em 1914 por jovens intelectuais, visava estabelecer um regime monárquico corporativista em Portugal. Liderado por figuras como António Sardinha, Alberto de Monsaraz, José Hipólito Vaz Raposo, José Pequito Rebelo, Luís de Almeida Braga e Francisco Rolão Preto, o grupo buscava a restauração nacional com base nos valores medievais e no cristianismo. Paralelamente, defendia o nacionalismo, alinhando-se com tendências presentes no Brasil, onde se estabeleceu a mais bem-sucedida expressão do fascismo fora da Europa, a Ação Integralista Brasileira (AIB), liderada por Plínio Salgado. Embora a composição dos integralismos português e brasileiro não seja idêntica, este estudo busca analisar como o movimento em Portugal influenciou seu congênere brasileiro, ambos inseridos em um contexto comum dentro de uma rede intelectual, o que contribuiu para a interlocução política entre os dois países