Introduction: Parkinson's disease is a progressive neurodegenerative disease whose main manifestations are muscle stiffness, gait disturbances, and resting tremor. However, it can present gastrointestinal symptoms. From this perspective, the objective of this study is to identify, analyze, and understand the relationship between intestinal dysbiosis and the development of Parkinson's disease. Methodology: This is a literature review with a qualitative, descriptive, exploratory, and explanatory approach. To support the study, data were collected using keywords in the PubMed and Google Scholar databases between 2018 and 2024. As inclusion criteria, articles in Portuguese and/or English were selected, and articles that presented deviations from or tangent to the topic were excluded. Results and Discussion: The authors point out that there is a direct relationship between intestinal dysbiosis and the development of Parkinson's disease, because when there is a change in the permeability of the intestinal membrane, it facilitates the entry of pathogens into the intestinal barrier, which triggers the inflammatory process. Thus, the production of the alpha-synuclein protein by the intestine increases, which in turn migrates to the central nervous system through the vagus nerve. In this context, they mention that changes in the intestinal microbiota have been observed, even before Parkinson's disease, and that this process reduces the diversity of the intestinal flora. In addition, the authors corroborate the fact that many patients with PD present gastrointestinal symptoms before motor symptoms, therefore, patients with inflammatory bowel disease are more predisposed to developing PD. Conclusion: It is therefore understood that intestinal dysbiosis has a direct link with the development of Parkinson's disease. However, more robust studies are needed to confirm this hypothesis.Introducción: La enfermedad de Parkinson es una enfermedad neurodegenerativa y progresiva, cuya principal manifestación es rigidez muscular, alteraciones de la marcha y temblor en reposo. Sin embargo, puede presentar síntomas gastrointestinales. Bajo este sesgo, el objetivo de este estudio es identificar, analizar y comprender la relación entre la disbiosis intestinal y el desarrollo de la enfermedad de Parkinson. Metodología: Se trata de una revisión de la literatura, con un enfoque cualitativo, descriptivo, exploratorio y explicativo. Para sustentar el estudio, se recolectaron datos, mediante palabras clave, en las bases de datos PubMed y Google Scholar, entre el período de 2018 y 2024. Como criterios de inclusión, se seleccionaron artículos en portugués y/o inglés y como exclusión, artículos que escaparon o fueron tangenciales. al tema. Resultados y Discusión: Los autores señalan que existe una relación directa entre la disbiosis intestinal y el desarrollo de la enfermedad de Parkinson, pues cuando hay un cambio en la permeabilidad de la membrana intestinal, se facilita la entrada de patógenos a la barrera intestinal, lo que desencadena el proceso inflamatorio. Así, aumenta la producción de la proteína alfa-sinucleína en el intestino, que a su vez migra al sistema nervioso central, a través del nervio vago. En este contexto, mencionan que se observaron alteraciones en la microbiota intestinal, incluso antes de la enfermedad de Parkinson, y este proceso reduce la diversidad de la flora intestinal. Además, los autores corroboran que muchos pacientes con EP presentan síntomas gastrointestinales antes que síntomas motores, por lo que los pacientes con enfermedad inflamatoria intestinal tienen más predisposición a desarrollar EP. Conclusión: Por tanto, se entiende que la disbiosis intestinal tiene un vínculo directo con el desarrollo de la enfermedad de Parkinson. Sin embargo, se necesitan estudios más sólidos para confirmar esta hipótesis.Introdução: A Doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa e progressiva, cuja principal manifestação é a rigidez muscular, os distúrbios de marcha e o tremor de repouso. Contudo, pode apresentar sintomas gastrointestinais. Sob esse viés, o objetivo desse estudo é identificar, analisar e compreender a relação da disbiose intestinal com o desenvolvimento da doença de Parkinson. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura, com abordagem qualitativa, descritiva, exploratória e explicativa. Para embasar o estudo, foram levantados dados, por meio das palavras-chave, nas bases de dados do PubMed e do Google Acadêmico, entre o período de 2018 a 2024. Como critérios de inclusão, foram selecionados artigos em português e/ou inglês e como de exclusão, artigos que apresentaram fuga ou tangenciamento ao tema. Resultados e Discussão: Os autores apontam que existe uma relação direta entre a disbiose intestinal e o desenvolvimento da doença de Parkinson, isso porque, quando há a alteração da permeabilidade da membrana intestinal, facilita a entrada dos patógenos na barreira intestinal, o que desencadeia o processo inflamatório. Assim, aumenta a produção da proteína alfa-sinucleína pelo intestino, que por sua vez, migra para o sistema nervoso central, através do nervo vago. Nesse contexto, citam que foi observada a alteração da microbiota intestinal, até mesmo antes da doença de Parkinson, sendo que esse processo diminui a diversidade da flora intestinal. Além disso, os autores corroboram com o fato de que, muitos pacientes com DP, apresentam os sintomas gastrointestinais antes dos motores, por isso, os pacientes com doença inflamatória intestinal, apresentam maior predisposição a desenvolver DP. Conclusão: Entende-se, portanto, que a disbiose intestinal apresenta uma ligação direta com o desenvolvimento da doença de Parkinson. Entretanto, estudos mais robustos são necessários para confirmar tal hipótese