FRATURAS DE ÂNGULO MANDIBULAR ASSOCIADAS A EXODONTIA DE TERCEIRO MOLAR: DO DIAGNÓSTICO AO TRATAMENTO - UMA REVISÃO DE LITERATURA

Abstract

The mandible possesses significant resistance to forces applied to its structure. However, when these forces exceed its capacity, fractures can occur. Mandibular fractures account for approximately two-thirds of facial fractures. In light of this, the objective of this study is to review the scientific literature on angle fractures of the mandible associated with the extraction of third molars. According to the literature, the mandibular regions most commonly affected by fractures are as follows: ramus 27.96%, angle 19.35%, body 15.05%, parasymphysis 13.98%, symphysis 12.90%, and condyle 10.75%. Among these fractures, angle mandibular fractures represent approximately 19% to 36% of cases and typically affect male patients over the age of 25. The etiology can be associated with impacted and retained teeth, poor surgical planning, incorrect technique, atrophic mandible, excessive force application, and improper instrument handling. Regarding the type of treatment proposed for each case, surgical treatment was the primary approach, followed by conservative treatment. However, regardless of the method used, the focus should be on restoring functional occlusion, mandibular continuity, anatomical form, and function. Therefore, it can be concluded that angle fractures of the mandible associated with the extraction of lower third molars can occur due to various factors. Nonetheless, a well-planned treatment approach is essential to minimize risks and promote the complete restoration of the patient's masticatory functions, with the least possible sequelae.La mandíbula tiene una resistencia considerable a las fuerzas aplicadas a su estructura. Sin embargo, cuando estas fuerzas exceden su capacidad, pueden producirse fracturas. Las fracturas mandibulares representan aproximadamente dos tercios de las fracturas faciales. En vista de lo anterior, el objetivo de este estudio es revisar la literatura científica sobre las fracturas del ángulo mandibular asociadas a la extracción del tercer molar. Según la literatura, las regiones mandibulares más comúnmente afectadas por fracturas son: rama 27,96%, ángulo 19,35%, cuerpo 15,05%, parasínfisis 13,98%, sínfisis 12,90% y cóndilo 10,75%. Entre las fracturas, las fracturas del ángulo mandibular representan aproximadamente del 19% al 36% de estos casos y generalmente afectan a pacientes masculinos mayores de 25 años. La etiología puede estar asociada con dientes retenidos e impactados, mala planificación quirúrgica, técnica incorrecta, mandíbula atrófica, aplicación excesiva de fuerza y ​​manejo inadecuado de instrumentos. En cuanto al tipo de tratamiento propuesto para cada caso, el tratamiento quirúrgico fue el abordaje primario de los casos, seguido del tratamiento conservador. Sin embargo, independientemente del método utilizado, el foco debe estar en recuperar la oclusión funcional, la continuidad mandibular, la forma anatómica y la función. Por lo tanto, se puede concluir que las fracturas angulares de la mandíbula asociadas a la extracción de terceros molares inferiores pueden ocurrir debido a varios factores, sin embargo un enfoque de tratamiento bien planificado es fundamental para minimizar los riesgos y promover la restauración completa de las funciones masticatorias del paciente. con las menores consecuencias posibles.A mandíbula possui considerável resistência às forças aplicadas à sua estrutura. Porém, quando essas forças excedem sua capacidade, podem ocorrer fraturas. As fraturas mandibulares representam aproximadamente dois terços das fraturas faciais. Diante do exposto, o objetivo deste estudo é revisar a literatura científica sobre fraturas de ângulo da mandíbula associadas à exodontia de terceiros molares. De acordo com a literatura, as regiões mandibulares mais comumente acometidas por fraturas são: ramo 27,96%, ângulo 19,35%, corpo 15,05%, parassínfise 13,98 %, sínfise 12,90% e côndilo 10,75%. Dentre as fraturas, a fratura de ângulo mandibular representam aproximadamente 19% a 36% desses casos e geralmente acometem pacientes do sexo masculino com mais de 25 anos. A etiologia pode estar associada a dentes impactados e retidos, mau planejamento cirúrgico, técnica incorreta, mandíbula atrófica, aplicação excessiva de força e manuseio inadequado de instrumentos. Com relação ao tipo de tratamento proposto para cada caso, o tratamento cirúrgico foi a abordagem primária dos casos, seguida do tratamento conservador. Entretanto, independentemente do método utilizado, o foco deve ser a recuperação da oclusão funcional, da continuidade mandibular, da forma anatômica e da função. Portanto, pode-se concluir que as fraturas angulares da mandíbula associadas à extração de terceiros molares inferiores podem ocorrer devido a diversos fatores, contudo uma abordagem de tratamento bem planejada é essencial para minimizar riscos e promover o restabelecimento completo das funções mastigatórias do paciente, com o mínimo de sequelas possíveis.A mandíbula possui considerável resistência às forças aplicadas à sua estrutura. Porém, quando essas forças excedem sua capacidade, podem ocorrer fraturas. As fraturas mandibulares representam aproximadamente dois terços das fraturas faciais. Diante do exposto, o objetivo deste estudo é revisar a literatura científica sobre fraturas de ângulo da mandíbula associadas à exodontia de terceiros molares. De acordo com a literatura, as regiões mandibulares mais comumente acometidas por fraturas são: ramo 27,96%, ângulo 19,35%, corpo 15,05%, parassínfise 13,98 %, sínfise 12,90% e côndilo 10,75%. Dentre as fraturas, a fratura de ângulo mandibular representam aproximadamente 19% a 36% desses casos e geralmente acometem pacientes do sexo masculino com mais de 25 anos. A etiologia pode estar associada a dentes impactados e retidos, mau planejamento cirúrgico, técnica incorreta, mandíbula atrófica, aplicação excessiva de força e manuseio inadequado de instrumentos. Com relação ao tipo de tratamento proposto para cada caso, o tratamento cirúrgico foi a abordagem primária dos casos, seguida do tratamento conservador. Entretanto, independentemente do método utilizado, o foco deve ser a recuperação da oclusão funcional, da continuidade mandibular, da forma anatômica e da função. Portanto, pode-se concluir que as fraturas angulares da mandíbula associadas à extração de terceiros molares inferiores podem ocorrer devido a diversos fatores, contudo uma abordagem de tratamento bem planejada é essencial para minimizar riscos e promover o restabelecimento completo das funções mastigatórias do paciente, com o mínimo de sequelas possíveis

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