O presente artigo tem como objetivo problematizar essas leituras epidemiológicas, no que tange aos transtornos mentais, apontando através da reabertura das questões de gênero na
leitura destes dados, uma perversidade do sistema face ao sofrimento psíquico e sua forma de tratá-lo. Apontaremos algumas implicações dessa releitura para a prática da psicologia clínica, que deveria ser compreendida, como toda clínica, como
uma forma de prática política