Analisa os elementos da escrita de Carolina Maria de Jesus e a forma como se descreve autobiograficamente. Comenta a hipótese de que Carolina tentava escapar das armadilhas do sucesso editorial, fugindo da esfera de grandes lançamentos. Avalia a linguagem da autora como tentativa de uma pessoa das camadas pobres de dominar os códigos da cidade letrada. Fala do estranhamento do público com a escrita de Carolina, diferente da que conheciam, e que marcou a presença de uma autora negra no mercado literário brasileiro