Universidade Federal Fluminense, Escola de Arquitetura e Urbanismo
Abstract
Por que pensar o cotidiano, a posicionalidade e a imaginação como
potencialidades para o pensamento geográfico? Com base neste
questionamento central, busca-se por meio deste ensaio e a tentativa
de uma construção textual alternativa provocar algumas ideias acerca
das relações sociais e a dimensão espacial.Why should we think of everyday life, positionality,
and imagination as grounds for geographic thought? Based
on this central idea, this piece provides an alternative
textual discussion of social relations and the spatial
dimensio